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MANTENHA O FOCO
O seu site é sinônimo do quê? O que
ele faz de melhor que o torna único? Se você precisasse
resumir tudo o que seu site faz em apenas uma palavra
você conseguiria?
Tornar-se sinônimo para uma categoria
é a rota de sucesso em qualquer negócio, basta tomar
como exemplo o Google (buscas), Flickr (fotos), Orkut
(comunidades), Blogger (blog), Ebay (leilão) e Youtube
(vídeos).
Todos eles são ótimas soluções para
um tipo específico de tarefa, ou seja, são extremamente
focados.
No entanto, com o passar do tempo,
um grande número deles comete o erro clássico de agregar
mais e mais serviços e funcionalidades na tentativa
de agradar a todos, distanciando-se cada vez mais daquilo
que sabem fazer de melhor, quando na verdade deveriam
estar buscando maneiras de melhorar aquilo que já fazem.
Esse tipo de estratégia fez o Yahoo!
perder sua liderança para o Google, ao deixar de focar
em seu negócio principal (buscas) e passar a oferecer
os mais variados serviços como e-mail, notícias, álbum
de fotos e bate-papo, tudo isso atrelado ao nome Yahoo!.
Ao tentar relacionar muitas coisas
a um mesmo nome você acaba por enfraquecê-lo, dando
espaço para que um concorrente mais focado tome a sua
posição.
Prova disso é o fato de que o Google
hoje detém sozinho 46% do mercado de busca, mais do
que o Yahoo! e o MSN juntos.
Quando o Google decidiu lançar um
site de comunidades virtuais ele agiu corretamente e
não o batizou de “Google comunidades”, mas sim de “Orkut”,
o mesmo valeu para seu sistema de fotos on-line, chamado
de “Picassa” ao invés de “Google fotos”, como também
o sistema de blogs que manteve o nome original “Blogger”
ao ser adquirido pela empresa, ao invés de “Google blogs”.
Porém até mesmo o Google erra de vez
em quando. Um exemplo de como esse erro pode custar
caro é o seu sistema de vídeos on-line, o Google Video
que vive às sombras de um concorrente muito mais focado,
o Youtube.
Enquanto o Youtube lidera em sua categoria
com 41,9% de mercado o Google Video fica em quinto lugar
com apenas 6,1%.
Isso acontece porque a palavra “Google”
já está intimamente ligada ao significado de “busca”.
Tão ligada que recentemente foi adicionada ao dicionário
Webster com essa exata definição.
Gates doa US$ 900 mil para combate
à aids
O fundador da Microsoft, Bill Gates,
fez uma doação de US$ 900 mil para a construção de um
centro de treinamento para profissionais da área de
saúde, que trabalham com a Aids na região africana dos
Grandes Lagos.
Em uma visita a Ruanda, Gates ofereceu
o dinheiro para erguer o Centro para Treinamento e Pesquisa
de Operações, que atenderá seis países: Ruanda, Uganda,
Burundi, Tanzânia e República Democrática do Congo.
A África subsaariana continua sendo
a região mais atingida pela Aids, com cerca de 25 milhões
de pessoas infectadas. Estima-se que 3% da população
de 8 milhões de pessoas de Ruanda tem o HIV.
As instalações ultramodernas serão
dirigidas de Kigali por especialistas internacionais
sob coordenação do Centro de Tratamento e Pesquisa de
Aids de Ruanda.
Gates, o homem mais rico do mundo
e um dos principais filantropos internacionais, esteve
em férias na África com sua esposa, Melinda, e seus
filhos, disseram autoridades ruandesas. A Fundação Bill
& Melinda Gates também anunciou ontem doações no
valor de US$ 287 milhões para a criação de uma rede
internacional de 16 laboratórios para testar novas abordagens
na produção de uma vacina contra a Aids.
MP3 pode deixar jovens surdos 30
anos antes
Os jovens de hoje correm o risco de
ficar surdos 30 anos antes que as gerações anteriores
por escutarem música em seus MP3 players com muita freqüência
e em volume excessivo, segundo um estudo publicado em
Londres.
Mais da metade (53,5%) dos jovens
britânicos com idades entre 16 e 24 anos usa seus MP3-players
mais de uma hora por dia. Vinte por cento o usam durante
mais de três horas diárias.
Quatorze por cento ouvem música nestes
aparelhos 28 horas por semana.
Mais de um terço dos que se queixam
de zumbidos no ouvido depois de escutar música a alto
volume - sinal de degradação da audição - escutam MP3
diariamente.
Oitenta e dois por cento dos que se
queixam de tais zumbidos vão a discotecas. Um quarto
deles o faz menos de uma vez por semana.
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