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ATUALIZAÇÃO ÀS QUINTAS

 

GRIPES: VACINE-SE PARA
VIVER E PRODUZIR  MAIS

             

               Aparentemente inofensivas e passageiras  aquelas simples gripes contraídas, várias vezes ao ano, por milhões de brasileiros, causam consideráveis rombos na Economia do país.

               Seja nos Estados  "frios", seja  nos Estados de clima quente. Seja no inverno, seja agora no verão, os surtos  causam enormes prejuízos às empresas, famílias  e instituições.

               Acometidas pelo vírus influenza  --  que a cada surto cria novas mutações para atacar e recebe um novo apelido por parte da população  --   as pessoas faltam vários dias  seguidos ao  trabalho. E o pior:  não raro, em dias alternados por causa das aparentes melhoras e súbitas recaídas no quadro gripal. 

               Por conta  disso,  produtos deixam de ser produzidos, clientes deixam de ser atendidos, mercadorias deixam de ser transportadas e comercializadas e centenas de tipos de serviços deixam de ser executados. Sobretudo aqueles prestados por profissionais  autônomos, como pedreiros, dentistas, eletricistas, encanadores, jornalistas, manicuras,  etc, e etc... Sem contabilizar, o que é gasto com remédios que servem apenas de alívio e como paliativo psicológico, uma vez que enquanto cíclico os vírus  --  diferentemente das bactérias, destruídas por antibióticos  -- não são combatidos e eliminados pronta e diretamente.     

               Nos Estados Unidos, onde existem levantamentos estatísticos de valores,  o rombo causado no caixa das empresas pelas faltas ao trabalho  motivadas pelas gripes e  doenças em geral chega à casa de centenas de bilhões de dólares.

               De acordo com dados citados no livro americano intitulado "Gerenciamento de Compensação e Benefícios",  de autoria de especialistas em recursos humanos, os EUA gastaram, no ano de 1973,  247 bilhões de dólares com a saúde.  Esses números saltaram , em  1993, para a espantosa cifra de 1 trilhão de dólares.  E o mais grave para a economia de mercado é que as empresas privadas, arcaram com onerosos percentuais que variam entre 30%  a 40% desses custos médicos ! 

               No Brasil não há levantamentos consolidados de valores e cifras.  Já  a FUNDACENTRO, fundação ligada ao Ministério do Trabalho e que cuida da segurança e medicina do trabalho, numa atitude louvável,  realiza  sérios estudos  e acompanha de perto a questão da falta ao trabalho, na tentativa de melhorar o quadro  com a indicação de caminhos e saídas para o grave problema .

               Mas a melhor saída é, com absoluta certeza, a prevenção através da eficiente e rápida vacina contra a gripe, que protege durante 1 ano.  Muitas empresas já proporcionam há cerca de 3 ou 4 anos  a vacinação para seus empregados. Mais até como estratégia de redução de custos do que propriamente como benefício social. Por vez que a gripe é infecto-contagiosa e, mais do que faltar ao trabalho, antes disso, o funcionário gripado transmite a doença rapidamente para os colegas, ocasionando queda na produção. Além de que uma simples gripe pode evoluir, ou melhor involuir, para uma fatal pneumonia, uma sinusite ou agravar um já existente quadro de diabetes, asma e doenças cardíacas...

               Agora se você é profissional liberal ou se sua empresa não proporciona, já é possível tomar a vacina antigripe em clínicas especializadas. O preço é bastante acessível, varia entre 20 e 30 reais. Se comparado com o custo/benefício de ficar imune por 12 meses; não se afastar do trabalho; ficar livre da tosse, dores no corpo, febre, rouquidão; e economizar uma fortuna de farmácia; a vacina é de graça !!  

                                Uma boa  semana com saúde para todos  --  Não brinque com a simples gripe. É simples, basta se vacinar. É melhor prevenir, até porque não há como remediar   --   quinta-feira   (29/11 )  eu volto. Traduzindo a Economia para o seu dia-a-dia !