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No
calor da guerra
O mundo
terá diante de si, nestes tempos de iminente
guerra, uma situação que decidirá o seu
destino de maneira crucial.
De um lado
uma potência bélica, econômica, política,
enfim, nada menos que os Estados Unidos,
que empunha a bandeira da democracia a todo
custo.
De um outro
um “inimigo” disposto a lutar até o último
homem-bomba, determinado, acreditando ter
a força de Deus para vencer o titã norte-americano.
O Iraque
tem em suas mangas ases escondidos que só
colocará na mesa quando for necessário.
No momento,
parece estar havendo uma reedição da Guerra
Fria, que por anos deixou os habitantes
deste planeta de olhos e ouvidos atentos
e de cabelos em pé.
No campo
das batalhas, os duelistas vão se defendendo,
ajudados por uma mídia veloz e que forma
opinião instantaneamente.
Voltando
à questão de mudar o futuro, aposta-se que
se a guerra for realmente a saída, tendo
os Estados Unidos como vencedor, teoricamente
o mundo ficaria em paz. Colocaria-se, assim,
ordem na casa.
Mas, por
outro lado, se o mundo islâmico espalhar
o terror como promete, dizendo que vão fazer
o “11 de Setembro” parecer brincadeiras
de criança, então a situação é mais séria
do que se possa imaginar.
O que se
pode fazer no momento é esperar que entrem
em ação os bombeiros para alivar as tensões
e se discutir calmamente o assunto. Complicado
será Hussein querer sentar-se com Bush.
Esse é
o jogo do futuro que está sendo jogado com
pedras perigosas demais. São armas químicas
e biológicas de um lado e armas até nucleares
de outro. Difícil vai ser remendar o que
vir a restar deste enfrentamento desumano.
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