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A
FORÇA DA MULHER
Foi-se
a época em que a profissão predominante
das mulheres era ser dona de casa, cumprindo
rigorosamente o ritual imposto por seus
maridos-patrões. As mudanças econômicas
e tecnológicas acontecidas no mundo e, principalmente,
o acesso a novas culturas, fizeram com que
a mulher descobrisse seus valores a passasse
a ir à luta em busca do sucesso. Paralelamente,
os homens compreenderam essa posição e passaram
a incentivá-las na conquista de espaços
junto à sociedade. Hoje, um número
considerável de mulheres foi em busca e
conseguiu sua independência financeira,
além de boa parte delas contribuírem no
orçamento familiar. Traduzindo-se em dados,
as mulheres, atualmente, representam nada
menos do que 42% do total de empreendedores
do Brasil, índice bastante elevado se comparamos
a um passado não muito distante. De boa
conduta, organizadas e persistentes, elas
têm muito a somar no campo dos negócios.
No Brasil, já temos mais de seis milhões
de mulheres à frente das empresas. A polivalência
é uma de suas principais características.
Unindo-se a esta, possuem as qualidades
de facilitar o trabalho coletivo e de saber
ouvir. O certo é que as empreendedoras estão
se preparando cada vez mais, através da
qualificação em cursos de gestão empresarial.
Recente estudo realizado revelou que, entre
os novos empresários que surgem no mercado,
a proporção é de 63 mulheres para cada 100
homens, taxa só superada pela Espanha e
Canadá. Um fato que chama atenção do sucesso
feminino nas empresas é a maneira como conduzem
seus negócios e lidam com o poder: são menos
centralizadoras, cuidam de vários assuntos
ao mesmo tempo e estabelecem prioridades
na hora de negociar. Em outro estudo, realizado
pelo Sebrae, denominado de "a mulher
empresária", descobriu-se que apenas
9,7% das empreendedoras se valem de empréstimos
para montar seus negócios. E, quando necessitam
de ajuda financeira, em 75% dos casos, pensam
em novos investimentos e não em capital
de giro. Portanto, é inegável a competência
da mulher no mundo dos negócios, mostrando,
com isso, cada vez mais a sua força.
A GUERRA
EM TERMOS DE CUSTO
Os Estados
Unidos estimam e estão dispostos a gastar
95 bilhões de dólares na guerra contra o
Iraque. Para se ter uma idéia do que esse
valor representa, no Brasil, ele equivale
a um ano do orçamento total do governo federal,
enquanto nos Estados Unidos ele equivale
a vinte dias do orçamento total do governo
federal.
POUCO
BRILHO
Os fabricantes
de jóias do país não ficaram satisfeitos
com o balanço do setor em 2002. Como as
matérias-primas são cotadas em dólar, o
preço dos produtos elevou e, conseqüentemente,
as vendas caíram. Mas, para este ano, as
previsões dos fabricantes são otimistas.
VENDA
DE MÁQUINAS
A Associação
Brasileira de Vendas Automáticas estima
que as vendas de máquinas de bebidas e alimentos
deverão triplicar. Atualmente, no Brasil,
existem 40 mil máquinas em operação no mercado
e há espaço para 300 mil, segundo a associação.
AUTO
CAIXA COMO NOVA OPÇÃO
Os supermercados
do centro sul do país já estão inovando
em busca de descongestionar seus caixas
e trazer a boa comodidade para seus clientes.
Trata-se do auto caixa, equipamento em que
o próprio cliente registra suas compras.
É um terminal auto-explicativo com leitor
de código de barras onde o consumidor passa
até 15 produtos e efetua o pagamento através
de cartão de crédito.
BOM
INVESTIMENTO
Quem investe
no mercado de produtos orgânicos aqui vai
um dado: esse mercado vem crescendo a uma
taxa anual que varia de 30% a 50%. O Instituto
Nacional de Biodinâmica prevê, em 2003,
um faturamento de 300 milhões de reais e
informa, ainda, que a área plantada no país
é menor que 1%.
MERCADO
EM ALTA
O mercado
brasileiro de peças e acessórios para motos
está em alta. Somente ano passado, o setor
registrou um faturamento de 4,47 bilhões
de reais, refletindo em um aumento de 29%
em relação ao ano anterior. Trata-se de
uma elevação maior do que até mesmo as vendas
de motos que, no mesmo período foi de 17%.
As motos de 125 cc são as responsáveis pela
maior parte das vendas de peças de reposição,
mas as motos esportivas também contribuem
para o setor, já que são as que mais precisam
de acessórios. No país, existem cerca de
15 mil estabelecimentos comerciais de motopeças
e há espaços para novos negócios.
OTIMISMO
A pesquisa
Expectativas de Consumo realizada pelo Programa
de Administração de Varejo (Provar) da Universidade
de São Paulo (USP) mostrou que os segmentos
que apresentam maior intenção de compra
são os de automóveis (17,9%), seguido dos
de informática (11%) e de eletrônicos (8,8%).
TRIBUNA
LIVRE:
- 45% dos
trabalhadores brasileiros tiveram reajuste
abaixo da inflação em 2002;
- Para
2003, a multinacional Nestlé prevê um aumento
de 4% nas suas vendas;
- Já está
quase pronta a Reforma da Previdência e
a Reforma Trabalhista poderá ser antecipada;
- A DirecTv
entrou com pedido de concordata na América
Latina.
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