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Game de estratégia Praetorians foge da fórmula de jogos do gênero
Muitos
críticos diriam que os games de estratégia em tempo real normalmente
seguem uma fórmula pronta. Na maioria deles, você tem que correr
atrás de recursos, criar um exército o mais rápido possível e destruir
seus inimigos antes que eles acabem com você.
No novo game da Pyro Studios, porém, os desenvolvedores fugiram um pouco dessa regra e simplificaram as etapas de captação de recursos e construção de seu exército com o objetivo de permitir que o jogador passe mais tempo em batalhas emocionantes.
O jogo Praetorians é ambientado no Império Romano, na época de Júlio César, e traz uma série de detalhes ideais para aqueles que procuram um game de estratégia menos comum.
Desafio - Você representará uma das três civilizações - dos Romanos, Egípcios ou Bárbaros. Em todas elas você terá que comandar as terras conquistadas, incluindo a população dessas áreas. Aliás, essa população será a única fonte que você terá para criar outras tropas.
Ao contrário da maioria dos games de estratégia, em Praetorians, você não usa ou cria unidades de combate. Os soldados são organizados em tropas de 30 indivíduos - as equipes disciplinadas dos romanos marcham em linha reta, enquanto os bárbaros e egípcios viajam em grupos desorganizados.
Em Praetorians, você poderá facilmente combinar, dividir ou até reduzir o número de soldados em um batalhão para facilitar suas batalhas.
A campanha oferece uma série de missões, que nem sempre se resumem a conquistar todas as terras nos mapas. Por exemplo, em uma delas, você terá que defender sua fortaleza de uma emboscada por cerca de 20 minutos.
Para vencer suas batalhas, o jogador contará com catapultas e outras armas medievais.
Gráficos 3D - A Pyro usou uma ferramenta de gráficos 3D que garantiu resultados muito realistas. Seus mapas incluem regiões de florestas na Europa, com detalhes como grama alta, rios e planaltos.
Além disso, você terá que superar trilhas no deserto, com tempestades de areia, bem como terrenos mais frios, cobertos de neve em alguns momentos. Para completar o cenário, a desenvolvedora acrescentou pássaros e populações de animais silvestres, como veados.
Se você analisar bem suas tropas, também verá detalhes gráficos como a forma que a cavalaria algumas vezes parece estar deslizando pela grama, embora as animações na maioria dos casos, é muito bem feita. Isso pode ser visto quando centenas de soldados marcham perfeitamente.
O maior problema com os gráficos de Praetorians é que o game não permite que você rotacione os mapas, dificultando o controle de seu exército - torna mais difícil, entre outras coisas, detectar tropas inimigas atrás de montanhas, por exemplo. Além disso, você não pode dar muito zoom nessas plantas.
Multiplayer - Praetorians pode ser jogado individualmente ou on-line. O game traz mapas para campanhas multiplayer de até oito jogadores.
Brasil terá 22,4
milhões de computadores
em 2003, diz FGV
O Brasil venderá 4,4 milhões de computadores em 2003, totalizando 22,4 milhões de máquinas instaladas ao final do ano e comprovando o crescente processo de informatização da economia brasileira.
O número leva em conta os PC corporativos e domésticos e foi divulgado esta semana pela FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas).
Investimento em TI - De acordo com a 14ª edição da pesquisa anual da FGV, os gastos e investimentos anuais das empresas do país em TI (tecnologia da informação) têm crescido, em média, 9% ao ano.
A pesquisa indica que esses investimentos passaram de 1,3%, em 1988 (primeira edição da pesquisa anual da FGV), para 4,7% em 2002. A previsão da FGV é de que esse número passe para 5,6% em 2003.
Por outro lado, o estudo revelou que o CAPT (Custo Anual por Teclado) — gasto e investimentos totais no ano divididos pelo número de teclados — caiu 20% em dólares, resultando em US$ 10.000. Em reais, porém, esse valor subiu 10%, atingindo R$ 31 mil.
Relação usuário/micro - Outro dado identificado pela FGV foi que atualmente, as empresas têm praticamente um computador para cada usuário. Segundo a pesquisa, o número de usuários por micro passou de três, em 1988, para 1,1 ao final do ano passado.
A pesquisa da FGV, conduzida por Fernando S. Meirelles, foi realizada com 3.000 empresas, mas analisou 1.400 respostas de empresas de médio e grande porte.
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Mossoró-RN, domingo, 23 de março de 2003