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Ausência
de secretário em audiência repercute
negativamente
Eduardo
Thomé, Editor de Polícia
Ainda
repercute de forma negativa na cidade de
Mossoró e região a audiência pública realizada
na Câmara Municipal de Mossoró, na tarde
de quinta-feira, onde seria discutida a
crise na segurança pública. O bacharel Cláudio
Manoel dos Santos, titular da Secretaria
de Defesa Social (SDS), não compareceu causando
um mal-estar em todas as pessoas presentes
que entenderam que com aquele gesto ele
não se preocuparia nem um pouco com a integridade
física de quem reside em Mossoró.
Por outro
lado, um dos pronunciamentos em plenário
que resultou em comentários foi o do juiz
Francisco de Assis Amorim, quando o magistrado,
fazendo uma análise de como via o sistema
penitenciário local, classificou a Penitenciária
Agrícola Mário Negócio (PAMN) como um motel
de quinta categoria, numa clara alusão de
que aquele presídio nunca esteve tão mal-administrado
como atualmente.
Na realidade,
a PAMN nos últimos meses nunca esteve envolvida
em tantos escândalos, tudo isso decorrente
de uma má gestão. Quem está no comando do
presídio, no caso o Jeferson Freire, não
tem a menor capacidade para administrar
aquele complexo prisional. As palavras do
juiz Assis Amorim são mais do que verdadeiras
e a Colônia Agrícola não vem servindo apenas
de motel, mas de palco para muitas outras
atrocidades. Falta comando.
Esta editoria
tomou conhecimento de que apesar de o juiz
Expedito Ferreira de Souza ter adotado providência
recentemente no sentido de desmantelar uma
quadrilha que vinha se formando no interior
da PAMN, às vistas claras, praticando homicídios,
comercializando drogas e fazendo daquele
local um mercado de vendas de produtos roubados,
este tipo de delito não deixou de acontecer.
O atual diretor da Colônia Agrícola não
tem competência para o cargo que exerce
e a sua permanência só vem contribuindo
para o aumento da criminalidade em Mossoró.
A maioria dos assaltos praticados na cidade,
à medida que a polícia descobre, é creditada
a presos de justiça que saem da PAMN na
hora que querem e às vistas claras da direção
como também da chefia de segurança.
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