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Taxa
de iluminação pública deve barrar crescimento
industrial
A
Contribuição Econômica para o Custeio dos
Serviços de Iluminação Pública (CIP) aprovada
pela Câmara dos Vereadores e sancionada
pela prefeitura deverá causar uma desaceleração
no ritmo de crescimento industrial.
Alguns
segmentos da atividade em Mossoró concluem
que o encargo adicional de 12% ou R$ 132,66
na conta de luz poderá forçar uma racionalização
no uso de energia elétrica para reduzir
os custos gerados pela CIP.
“Isso é
um completo absurdo, como se já não bastassem
todos os encargos dos quais somos obrigados
a pagar ainda teremos que arcar com mais
esse”, reclama o empresário Paulo César
Viana, da Frinox.
‘PESO’
– Fabricante de câmaras frigoríficas, geladeiras
e expositores para carnes, refrigerantes,
iogurtes, entre outros, ele considera a
medida uma inconseqüência e imprópria para
o momento.
“Vai pesar
muito, e o pior é que eu não poderei aumentar
minha produção”, enfatiza Paulo César, ressaltando
ainda que mesmo gerando cerca de 12 empregos
diretos e mais outros tantos indiretamente
ainda assim será obrigado a pagar a taxa.
Segundo
informações da Companhia Energética do Rio
Grande do Norte (COSERN), Mossoró conta
com 435 consumidores industriais, de um
universo total de 65.315 usuários do serviço
elétrico no município.
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