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Computadores populares podem ser divididos em até 24 vezes

 

Estar incluso no mundo virtual hoje é indispensável à parte da população. Buscando estimular o aumento no número de pessoas que tenham acesso a Internet, o governo federal lançou o plano de compra intitulado de “Computador Popular”. Com juros de até 2% as parcelas podem ser divididas em no máximo 24 vezes.

Existem duas formas de adquirir o computador popular, pela Caixa Econômica ou pelo Banco do Brasil. Na primeira opção existe os critérios básicos que permitem somente o valor máximo de R$ 1.200 e o cliente deve se deslocar até uma agência para requisitar a autorização do empréstimo para a liberação do dinheiro.

Já na segunda opção, caso o interessado já tenha o cartão do banco, é possível dividir a compra do microcomputador sem nem mesmo ir até a agência. O vendedor de uma das lojas credenciadas, Jhony Fiqueredo, afirmou que a procura por essa forma de compra é constante. Em Mossoró já existem 3 lojas credenciadas pela Caixa para realizar a venda das máquinas.

O gerente da Caixa Econômica de Mossoró, Ciro Leite, disse que se comparado a um empréstimo de pessoa física as vantagens são nítidas. “O juro de 2% não é alto. Um empréstimo pessoal chega a no mínimo 3%. Essa foi uma forma encontrada pelo governo federal de conseguir viabilizar a compra de computadores para aqueles menos favorecidos”, ressalta o gerente.

Ele lembra que ainda existe um certo preconceito em relação aos modelos disponíveis pela compra do computador popular. O gerente lembra que é necessário ser um modelo simples. “A configuração é básica, mas é suficiente para a utilização das funções de um micro”, explica.

Aqueles que podem comprovar renda e não tem restrição cadastral  podem adquirir um micro

O gerente da Caixa Econômica de Mossoró, Ciro Leite, afirmou que toda pessoa que não tenha restrição cadastral e que possa comprovar uma renda, mesmo que informal, pode adquirir o computador popular.

Com o limite máximo de R$ 1.200, via Caixa Econômica,  o micro possui uma configuração de 40GB de HD, monitor de “15”, kit multimídia, gravador de CD e 218 de memória. O vendedor da loja Rabelo, Jhony Fiqueredo, afirmou que o modelo é muito bem aceito e lembra que pelo Banco do Brasil o modelo pode ser definido pelo cliente.

Ciro acredita que ainda há falta de comunicação sobre o assunto e imagina que com mais repercussão será possível abranger um número maior de brasileiros que possam adquirir um microcomputador.

A empregada doméstica Lúcia Maria disse que caso ela quisesse adquirir um computador seria possível. “Eu ganho R$ 350.

Uma parcela de R$ 72 não me prejudicaria muito. Não vou comprar porque eu não sei nem usar um computador”, afirma a doméstica.

 

 

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