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O Pedro que nós conhecemos

Sabem todos que Pedro Almeida Duarte não é mossoroense. Veio para Mossoró naquela leva de professores que a Escola Superior de Agricultura - ESAM, importou do vizinho Ceará. Veio, foi ficando, foi gostando e adotou finalmente a nossa cidade como a sua terra natal. Natural de Juazeiro do Norte, Pedro Almeida além de professor renomado da Esam onde também foi o seu diretor, ocupou em nosso município as mais elevadas funções de chefe de gabinete, secretário da Educação dos ex-prefeitos Dix-huit e Sandra Rosado. No governo estadual se notabilizou pela sua profícua ação na Secretaria de Agricultura e realizou uma das mais entusiastas e revolucionárias administrações na Secretaria de Estado da Educação, da Cultura e do Desporto.

Sua vida pública tem sido um livro permanentemente aberto porque está a respaldar em todas as ocasiões o conceito que construiu enquanto cidadão e, muito mais, como homem de vida dedicada inteiramente à comunidade onde vive. Tem sido de uma conduta irrepreensível em qualquer cargo da gestão da coisa pública que tenha ocupado, que dirá na sua atividade civil e no recôndito de sua família então, nem se fala.

Portanto, não seria agora que Pedro Almeida Duarte iria melar a sua inatacável biografia e trajetória de homem de vida pública. Aquilo de que ele vem sendo acusado não passa de uma reles armação que se engendrou contra ele próprio e contra aqueles com quem trabalhou na administração estadual. Ou, do contrário, trata-se de um tremendo equívoco. A dispensa de licitação é uma coisa absolutamente normal, corriqueira e tida e havida por todo o seio das gestões existentes por aí afora como coisa que não foge aos padrões.

Nós temos absoluta certeza de que Mossoró bota a mão no fogo por Pedro Almeida. E mais: o Rio Grande do Norte inteiro nos segue nesse raciocínio depois de conhecer a sua lisura, a sua ação administrativa íntegra e honesta e o resultado do sei trabalho no governo estadual e nos cargos pelos quais passou.

Nós temos a mais absoluta convicção, repetimos, de que tudo será esclarecido devidamente e a preservação desse honrado cidadão mossoroense e potiguar honorário serão também mais uma vez reconhecidos e exaltados. Afinal de contas, não prevalecerá a vontade, o desejo dos que querem a todo custo enodoar e enlamear a honorabilidade alheia, principalmente em se tratando de um cidadão de bem, de reputação ilibada como é Pedro Almeida Duarte.

 

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Mossoró-RN, terça-feira, 29 de abril de 2003