EDITORIAS

:: Cotidiano

:: Economia

:: Esporte

:: Polícia

:: Política

:: Regional

:: Universo

OPINIÃO

:: Editorial

:: Notas da Redação

:: Laíre Rosado

:: Emery Costa

:: Pedro Carlos

:: Cid Augusto

:: Giro pelo Estado

:: Sérgio Oliveira

:: De Olho na Mídia

SOCIAIS

:: Paulo Pinto

:: Carol Fernandes

:: Clickvip

:: Clube do Vaqueiro

SOCIAL-CIDADES

:: A notícia é

:: Alexandria

:: Almino Afonso

:: Apodi

:: Areia Branca

:: Assú

:: Caraúbas

:: Macau

:: Patu

:: Pau dos Ferros

:: São Miguel

:: Umarizal

O JORNAL

:: Assinatura

:: Expediente

:: Histórico

:: Painel do Leitor

TEMPO

COTAÇÕES

 

 

Núcleo da Apae direcionará esforço para garantir unidade escolar própria em Assú

 

ASSÚ - Está sob análise na esfera da direção do núcleo da Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (Apae), em Assú, a deflagração de uma ampla campanha com a finalidade de atrair a simpatia e engajamento do segmento empresarial da cidade e região à proposta de implantação de uma unidade de ensino que se voltará especificamente para a clientela assistida pelo órgão.

A intenção foi revelada pela presidenta do núcleo, assistente social Lúcia Cristina Dantas. A idéia foi um dos tópicos de uma reunião da diretoria realizada na tarde de ontem, na sede da entidade.

Na mesma ocasião foi tratada a elaboração de um planejamento voltado para o restante do 1º semestre e para todo o 2º semestre.

Lúcia Cristina advoga que já há uma visível necessidade de que a Apae disponha de sua estrutura escolar. Isso porque, de acordo com seu relato, as escolas do ensino regular têm absorvido a demanda, porém, pelo fato de não dispor de docentes e pessoal de apoio com a devida qualificação para lidar com as crianças portadoras de necessidades especiais, isso acaba provocando uma situação conflitante. "Esse é um problema que está existindo e as escolas comuns têm dificuldade para receber esse alunado", contou a dirigente. Enfatizou que a proposta é constituir uma comissão da entidade para visitar o empresariado do município e região para tentar materializar o projeto da escola especial da Apae. "Para começar a nossa grande necessidade é por uma estrutura física adequada para tal funcionamento", registrou.

CONSTRANGIMENTO A presidenta da Apae revelou que foi feita uma tentativa de se obter a autorização para ocupar algum prédio público ocioso existente na cidade. Porém, a tentativa não deu resultados práticos. Por isso, apregoa que agora se faça uma nova ofensiva junto ao segmento empresarial. "A gente espera conseguir sensibilizar os empresários para que haja a implantação dessa escola especial e evitar que os nossos internos passem por situações de constrangimento", declarou. Lúcia Cristina confidenciou que já tem conhecimento de que alguns estabelecimentos escolares da rede privada chegaram a recusar alunos portadores de necessidades especiais por conta da necessidade de oferecer um tratamento diferenciado a essa clientela. "Por esses e outros fatores vamos esperar contar mais uma vez com a solidariedade da população de Assú", registrou.

 

 

Copyright,© 2000-2006 - Editora de Jornais Ltda - Todos os direitos reservados
Site melhor visualizado em 800x600