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ASSÚ - Provavelmente as duas primeiras
semanas do mês de junho vindouro deverão ser confirmadas
como período para a realização da primeira etapa de
sessões ordinárias do Tribunal do Júri Popular (TJP),
da comarca com sede em Assú, e que abrange também os
municípios de Carnaubais, Ipanguaçu, Itajá e Porto do
Mangue. A hipótese foi admitida pela promotora de justiça
da comarca, bacharela Érica Verícia de Oliveira Canuto
Veras. A representante do Ministério Público disse que
já abriu conversações em torno de tal assunto com o
juiz da Vara Criminal, Andreo Aleksandro Nobre Marques.
A promotora pública disse que houve
apenas um primeiro diálogo em torno de tal questão,
ainda depende de confirmação, e poderá registrar-se
ainda durante a primeira quinzena de maio que se aproxima.
O passo subseqüente será incumbir a Secretaria Judiciária
da Vara Criminal de promover o sorteio das pessoas que
serão escaladas pelo Poder Judiciário, para constituir
o conselho de sentença por ocasião das sessões do TJP.
Simultaneamente, será trabalhada a pauta de processos
que será levada a julgamento. Os trabalhos do TJP de
Açu deverão como de hábito realizar-se nas dependências
do plenário da câmara municipal da cidade que será especialmente
requisitada para tal finalidade. As reuniões do TJP
acontecerão sempre a partir de 8h30.
COMARCA
A promotora Érica Verícia confirmou
que deverá ser designada oficialmente pela Procuradoria
Geral de Justiça do Estado para exercer o cargo de representante
do Ministério Público da futura comarca, com sede em
Ipanguaçu e termo judiciário em Itajá, cuja instalação
acontecerá dia 1º de maio, terça-feira. Ela deverá,
em princípio, assumir a função até que haja a nomeação
de um colega para sucedê-la. Da mesma forma o juiz Andreo
Marques é quem responderá imediatamente pelas atividades
do poder judiciário da futura comarca. A realização
da solenidade de instalação é no dia 1º, feriado do
Dia do Trabalho, possivelmente às 19h, foi confirmada
pelo próprio presidente do Tribunal de Justiça do Estado,
desembargador Oswaldo Cruz. Tanto o judiciário quanto
a representação do Ministério Público disporão de instalações
próprias cedidas pelo poder executivo municipal.
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