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Fome
zero
O ministro
José Graziano foi extremamente infeliz quando
comparou a luta do nordestino pela sobrevivência
com o aumento da violência em São Paulo.
A partir desse momento ganhou a antipatia,
não apenas dos que vivem por aqui, como
até de brasileiros de outros rincões. Por
outro lado, a luta pelo poder, fez com que
se levantassem outras vozes, na tentativa
de deslocar o ministro de um posto tão importante,
que tem a responsabilidade de combater,
ou suavizar a convivência dos que têm fome.
A estreita
ligação com o presidente Lula da Silva salvou
o posto do ministro Graziano. Quando adotou
essa posição, Lula demonstrou confiança
total no seu companheiro e centralizou mais
ainda as ações, para que ele pudesse assumir,
de fato, as ações que tardam a acontecer.
O Brasil
é um país que tem fome. São muitos os programas
em execução, espalhados pelos ministérios
e secretarias. Falta, ainda, um maior comprometimento
da sociedade como um todo. E o governo está
empenhado nessa campanha, mostrando que
o programa é uma responsabilidade de todos.
Passou o período de discutir se é assistencialista
ou não, se o importante é gerar empregos
e não dar comida, e assim por diante.
Ontem,
o ministro veio lançar o Programa Fome Zero
no Rio Grande do Norte. O estado foi contemplado
com atendimento em apenas dezessete municípios.
Pouco? Pouquíssimo. Entretanto, ninguém
pode exigir que em três meses de administração,
o Presidente tenha condições de implantar
um programa dessa natureza, em todos os
municípios brasileiros. Discute-se
o critério da escolha. Mais uma vez a culpa
fica para os órgãos de estatística do país,
nem sempre atualizados, e criando distorções
que também existem em outros programas,
como o Pronaf.
No momento,
o importante é iniciar o Fome Zero, em todo
o Brasil. Daí por diante, com a adesão de
entidades, empresas e a sociedade como um
todo, ele poderá se tornar realidade.
GARIBALDI
Caso o
ex-ministro Aluízio Alves decida realmente
afastar-se da presidência regional do PMDB,
a melhor opção para substituí-lo é, sem
sombra de dúvida, o senador Garibaldi Alves
Filho.
LIDERANÇA
Além de
ser a liderança mais representativa do PMDB
norte-rio-grandense, Garibaldi é um dos
poucos que têm condições de promover as
reformas necessárias ao crescimento do partido.
PEDRO
Na região
Oeste, especialmente em Mossoró, onde as
escolas públicas enfretam sérios problemas,
professores e alunos da rede estadual de
ensino já sentem saudades dos bons tempos
em que Pedro Ammeida Duarte era secretário
de Educação.
DIFICULDADES
O presidente
Lula terá dificuldades para convencer
determinados segmentos do Partido dos Trabalhadores
de que o andamento das reformas, em Brasília,
dependerá da convivência nas bases entre
eles e os novos aliados.
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Especula-se que o PT e o PMDB podem
seguir juntos na campanha pela prefeitura
de Natal, no ano que entra.
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Robinson Faria tem demonstrado grande
habilidade na condução dos trabalhos da
Assembléia Legislativa.
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A deputada estadual Larissa Rosado pediu
a ampliação do Programa do Leite para crianças
desnutridas de até 7 anos de idade.
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