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Presidiário
desaparecido é encontrado morto
O
penitenciário José Alexandre de Melo, vulgo
“Itaú” que cumpre pena na Penitenciária
Agrícola Mário Negócio (PAMN) estava desaparecido
do presídio desde o dia 02 de fevereiro
deste ano e ontem pala manhã foi localizado
morto, seu corpo em completo estado de putrefação,
em uma cova num terreno vizinho. Duas pessoas
suspeitas de o terem eliminado estão detidas.
A reportagem
de O Mossoroense obteve informações
junto a moradores da comunidade de Riacho
Grande, dando conta que a vítima, quando
em vida, perambulava por aquele local e
dizia estar sendo ameaçado de morte, mas
que ou seria ele ou o outro. A direção do
presídio tinha conhecimento do caso.
O diretor
do presídio, Jefferson Freire, nomeado para
a função mas ainda não qualificado, se negou
a fornecer maiores informações à imprensa.
Simplesmente ele não sabe a procedência
da vítima, num claro comportamento que demonstra
Ter chegado alí e ainda não tomou ciência
da situação.
A PAMN
tem se revelado nos últimos dois anos, como
um reduto que pode abrigar tudo menos os
presos que a sociedade julga e quer vê-los
atrás das grades. As recentes direções nomeadas,
muito pouco tem feito para aprimorar o sistema
prisional, o que leva o povo a entender
que habitar aquele presídio é melhor que
morar na cidade e em liberdade.
Um outro
fato de conhecimento do jornal O Mossoroense
é no tocante que a vítima, condenada a ficar
no regime fechado, até o seu desaparecimento
morava na fazenda da PAMN, onde a menos
de dois anos foi registrado um homicídio.
O local estava servindo mais para motel,
isto é, encontro presos (homens e mulheres).
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