MAGNÓLIA ROCHA
 


AS HISTÓRIAS MAIS ROMÂNTICAS
DA SÉTIMA ARTE

Para homenagear o dia das mães, selecionamos alguns filmes românticos para que você possa se deleitar com a magia do amor, que a Sétima Arte soube com ninguém imortalizar. Para começar que tal Casablanca de 1943. Este clássico em preto e branco se passa em plena Segunda Guerra Mundial e conta a história entre o personagem do Humphrey Bogart e da Ingrid Bergman. Eles sacrificam o amor em nome de um ideal: o combate ao nazismo. Embalado pela trilha sonora As Time Goes By, até hoje um sucesso mundial, é filme que agrada a todos os românticos.   

Doutor Jivago, retomando a tradição dos romances de Tolstoi e Dostoievski através da história do médico e poeta Iúri Jivago, recriou parte da história moderna da Rússia focalizando seu povo. Nascido no regime czarista, criado durante a Primeira Guerra Mundial, incapaz de controlar seu destino diante da guerra civil entre o exército branco e o vermelho, Jivago firmou-se como um dos grandes heróis trágicos da literatura russa.Transposto para o cinema pelo diretor David Lean em 1965, o épico de Pasternak tornou-se um fenômeno com o filme estrelado por Omar Sharif. Platéias se emocionaram com a história do médico desiludido diante do novo regime e dividido entre a esposa Tânia vivida por Geraldine Chaplin, e Lara, interpretada por Julie Christie. O tema de Lara, popularizado pela composição de Maurice Jarre, também tornou-se um clássico, assim como as poderosas imagens da revolução e das transformações vividas pelos russos, retratados aqui no único romance do autor. O filme venceu cinco Oscar incluindo o de melhor filme, diretor e música.

Outra dica é Romeu e Julieta, do Franco Zeffirelli, fuja do estrelado por Leonardo Dicaprio, rodado em 1968. Esta é a melhor versão cinematográfica da famosa tragédia de William Shakespeare. A história de amor impossível dos jovens Romeu e Julieta encontra aqui sua melhor constituição, a começar pela inesquecível música do Nino Rota, romântica e triste. Mesmo sabendo do final trágico, a emoção contagia a quem assiste, não há como ficar imune a dor que os personagens principais sentem diante do inevitável destino. Indicado principalmente para os que gostam de derramar copiosas lágrimas.

Como não podia deixar de constar em nossa lista, temos o mega-sucesso de 1997: Titanic. O naufrágio do grande transatlântico é o pano de fundo para contar a história entre Jack, Leonardo Dicaprio, e Rose, Kate Winslet. Um jovem pobre e aventureiro se apaixona pela noiva de um homem rico e arrogante. Mesmo pertencendo a classes sociais diferentes, o amor entre os dois floresce, mas é ceifado pela tragédia. É um filme que não pode faltar em qualquer comemoração romântica, mas prepare-se para passar três horas na poltrona.   

Em Cidade dos Anjos de 1998, mais uma vez o destino é implacável com os amantes. Esta refilmagem de Asas do Desejo traz o anjo Seth, interpretado pelo Nicolas Cage, vagando pela terra para consolar mortais angustiados. Em uma de suas missões algo inusitado acontece: a aflita cirurgiã Maggie, vivida pela Meg Ryan, percebe a sua presença. Desse ponto em diante percebemos que o anjo em questão se apaixona, criando um dilema para si: ou assume a paixão e torna-se mortal, ou continua a sua existência longe da sua amada. Aqui, o destino não é nenhum pouco camarada com os apaixonados, separando-os de forma abrupta e triste. Mesmo assim, não deixe de conferir as interpretações convincentes e a fotografia magistral.     

Agora chega de tristeza, vamos falar sobre amores possíveis. Para começar, Uma Linda Mulher de 1990. Um conto de fada em que um milionário escolhe uma garota de programa para acompanhá-lo durante uma semana. Mesmo com um roteiro previsível, Richard Gere e Julia Roberts encantam o público com a história da Cinderela que encontra o seu príncipe e vivem felizes para sempre. E por falar nela, não podemos deixar de destacar Para Sempre Cinderela de 1998. A velha história da Gata Borralheira é contada de forma original e encantadora, tendo a Drew Barrymore no papel da moderna heroína, cheia de graça e alegria. Quem assiste é contagiado não só pelo romance, mas também pelas cenas cômicas. Agrada a gregos e troianos, ou seja, mulheres e homens.

Para finalizar com chave de ouro sugerimos Um Lugar Chamado Notting Hill, uma das melhores comédias românticas de 1999. A história gira em torno de uma grande estrela do cinema mundial e um modesto dono de uma livraria localizada no bairro inglês Notting Hill. Hugh Grant e Julia Roberts protagonizam este delicioso romance, recheado por uma trilha sonora belíssima, um cenário europeu, que por si só dá um charme a mais no filme, e um elenco secundário perfeito. Todos esses ingredientes funcionam numa perfeita harmonia.
      

MAGNÓLIA ROCHA
EMAIL: m.meg@uol.com.br

31, é assistente social, mestranda em Serviço Soceial e professora da Faculdade do Vale do Jaguaribe (FVJ)
 

 .::HOME::.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EDITORIAS

Cotidiano

Economia

Esporte

Polícia

Política

Regional

Universo

OPINIÃO

Cid Augusto

Editorial

Emerson Linhares

Emery Costa

Giro pelo Estado

Laíre Rosado

Notas da Redação

Paulo Pinto

Rubens Coelho

Sérgio Chaves

Sérgio Oliveira

COLUNAS TEMÁTICAS

Assuntos do Comércio

Cinema em Foco

Direito em Pauta

Comentário Econômico

Mundo Digital

Nossa História

Cultura Americana

CIDADES

Alexandria

Areia Branca

Assu

Caraúbas

Macau

Médio Oeste

Patu

Pau dos Ferros

São Miguel

Umarizal

Vale do Apodi

SUPLEMENTOS

Empresa

Escola

Mais TV

EDIÇÕES ANTERIORES

ESPECIAIS

Chacina Prefeito

Barragem Santa Cruz

Vingt Neto

O JORNAL

Assinatura

Expediente

Histórico

Painel do Leitor

SERVIÇOS

102 ON-LINE

BANCO DO BRASIL

CAERN

CAIXA ECONÔMICA

COL. MOSSOROENSE

CORREIOS - CEP

COSERN

DETRAN

DICIONÁRIO ON-LINE

ESAM

FOLHA DIRIGIDA

GOVERNO DO ESTADO

HORÓSCOPO

IDEC

INDICADORES

RECEITA FEDERAL

TÁBUA DE MARÉS

TELEMAR

TRADUTOR ON-LINE

UERN

UFRN

 

 

 

 

 

 

ENQUETE

Você concorda com o programa Fome Zero?
Sim
Não
Votar
resultado parcial...

 

 

 

 

 

 

Mossoró-RN, sábado, 10 de maio de 2003