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Comunidade
Estado
tem plano de ação de mobilização social
contra a dengue
A governadora
Wilma de Faria e o secretário de Saúde,
Ivis Bezerra, vão se reunir com 16 prefeitos
e seus respectivos secretários municipais
de Saúde, além de representantes da Igreja
Católica, evangélicos e das demais religiões,
educadores, policiais, militares, Fundação
Nacional de Saúde, superintendentes dos
veículos de comunicação e líderes dos mais
diversos segmentos sociais, num encontro
a partir das 8h30, no auditório da Secretaria
Estadual de Educação, hoje, dia 31.
O objetivo
é complementar o Plano de Controle da Dengue,
com a formação de uma ação de mobilização
social para o enfrentamento do problema
dengue.
Os 16 municípios
convocados são os prioritários na questão
da dengue. Os da chamada grande Natal estão
todos incluídos. Eis a relação dos municípios
que terão representantes no encontro: Assu,
Apodi, Caicó, Ceará-Mirim, Currais Novos,
Extremoz, Jardim do Seridó, João Câmara,
Macaíba, Natal, Mossoró, Parnamirim, Pau
dos Ferros, Santa Cruz, São Gonçalo do Amarante
e São José de Mipibu.
Sobre a
dengue no RN - As três primeiras semanas
de janeiro registraram um quadro de notificações
que chegou a 322 casos de dengue no Estado.
Destes, três casos apresentam suspeição
de dengue hemorrágica.
Só em Natal,
cidade que detém o maior número de casos
registrados, foram notificados 286 casos,
com duas suspeitas de Febre Hemorrágica
da Dengue (FHD). Como a população da capital
é de aproximadamente 734.503 habitantes,
o índice da doença fica então na casa dos
0,039% da população.
O município
mais atingido em termos comparativos é o
de Governador Dix-sept Rosado, com 0,124%.
De uma população total de 12.050 habitantes,
15 pessoas apresentaram os sintomas da doença
neste início de ano.
Nenhuma
morte foi registrada até este momento e
a Secretaria de Saúde do Estado já enviou
para laboratórios amostras para isolamento
e identificação do tipo de vírus. Até o
momento, o resultado não chegou.
Para o
gerente do Programa de Controle do Dengue
no Rio Grande do Norte, Luiz Alberto Marinho,
a diminuição no número de casos não quer
dizer que esteja havendo avanços no combate
à dengue. “A diminuição no número de casos
só deve ser comemorada quando observada
por três anos seguidos, o que não vem acontecendo”,
explica. As notificações variam de ano para
ano.
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