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Telhado de sala de aula de Escola Municipal desaba

 

Tida como a única alternativa para o desenvolvimento do país, a educação, principalmente para crianças e jovens, requer investimentos e acompanhamento dos gestores públicos. Entretanto, muitas vezes a atenção em prol da educação de qualidade, que envolve além dos aspectos de aprendizagem, é esquecida. A falta de infraestrutura das escolas é um bom exemplo disso. O descaso pode gerar desde transtornos ao processo didático até problemas mais sérios como risco à integridade física dos estudantes.

Esta realidade de ausência de infraestrutura e prédio com instalações antigas vêm sendo vivenciada por alunos e professores da Escola Municipal Piquiri I, que fica na zona rural. Nesta semana, devido à falta de manutenção da escola, o telhado de uma das salas desabou e por pouco 17 alunos não saíram feridos.

De acordo com a secretária Esdras Batista, na última quarta-feira, 11, enquanto os alunos do 6º ano estavam no intervalo o forro da sala de aula ruiu. "Por isso ninguém se machucou. Ainda bem, porque imagine se desaba com os alunos dentro da sala", revela.

No local, o desabamento revelou um enorme acúmulo de fezes de aves e morcegos. Além disso, as aulas da turma foram interrompidas, pois o mau cheiro das fezes e o material impossibilitaram as atividades. "Mas, o teto das outras salas e da cozinha também correm risco de desabar", conta a secretária.

Todavia, com mais de 25 anos de fundação, a Escola Municipal Piquiri II, de acordo com a funcionária, passou por reforma pela última vez em 1988. Este abandono pode ser percebido, já que a vegetação cresce nas áreas interna e externa da escola e há locais onde não existe telhado.  Ao todo, 73 alunos da comunidade rural dependem da unidade escolar para estudar.

"Informamos o fato à Secretaria Municipal da Educação e em seguida os técnicos estiveram no local. Disseram que iriam substituir todo o forro da escola. É preciso, pois ainda há risco de desabamento", explica a servidora.

Gerência Executiva da Educação poderá demolir o prédio para construção de uma nova unidade 

Segundo a gerente Executiva da Educação, Ieda Araújo Chaves, já estava previsto uma reforma para a Escola Municipal do Piquiri II, mesmo antes do incidente com o forro. No entanto, a titular explica que devido a barreiras para adaptação quanto aos aspectos de acessibilidade, o prédio poderá ser demolido para construção de um novo.

"Já enviamos uma equipe para vistoriar e decidir quais medidas imediatas serão tomadas. Além disso, uma reforma já era prevista. O impasse é que próximo dessa escola tem outra unidade, por isso ainda estamos decidindo qual será beneficiada com as melhorias. Mas, com certeza, as melhorias serão executadas na comunidade. Não tenho uma data para o início das obras, pois a Gerência depende do andamento burocrático de licitação e outras secretarias", assegura Ieda Araújo.

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