EDITORIAS

:: Cotidiano

:: Economia

:: Esporte

:: Polícia

:: Política

:: Regional

:: Universo

OPINIÃO

:: Notas da Redação

:: Laíre Rosado

:: Emery Costa

:: Cid Augusto

:: Sérgio Oliveira

:: De Olho na Mídia

SOCIAIS

:: Paulo Pinto

:: Carol Fernandes

:: Clickvip

:: Clube do Vaqueiro

SOCIAL-CIDADES

:: Alexandria

:: Almino Afonso

:: Apodi

:: Areia Branca

:: Assú

:: Caraúbas

:: Macau

:: Patu

:: Pau dos Ferros

:: São Miguel

:: Umarizal

O JORNAL

:: Assinatura

:: Expediente

:: Histórico

:: Painel do Leitor

TEMPO

 

COTAÇÕES

 

 

 

Treinamento visa capacitar profissionais da saúde na redução da mortalidade infantil

 

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), em parceria com a II Unidade Regional de Saúde Pública, realizou ontem em Mossoró o primeiro dia de atividades do curso de sensibilização de gestores para iniciativa do Hospital Amigo da Criança (IHAC). A capacitação enfocou os temas aleitamento materno e método canguru, ambos para ajudar a reduzir o índice de mortalidade infantil.

A assistente social e coordenadora do controle de mortalidade materna da II Ursap, Alzineta de Oliveira, explicou que todas essas ações fazem parte do pacto firmado pelo Governo Federal com a Organização Mundial de Saúde (OMS) de reduzir 5% do índice de mortalidade infantil anualmente. "O objetivo desse encontro é sensibilizar os gestores para implantar o Ihac para ajudar a reduzir esse índice", disse.

Em todo o Rio Grande do Norte existem 28 hospitais credenciados como Ihac, entre eles a Maternidade Almeida Castro, em Mossoró. "Um dos intuitos do hospital é estimular a amamentação nos primeiros dias de vida do bebê e incentivar as mães a darem continuidade ao gesto", frisa a enfermeira e coordenadora de controle da mortalidade infantil, Salisete Sales. De acordo com a enfermeira, já foi comprovado que a amamentação nas primeiras horas de vida reduz a mortalidade de crianças nos primeiros meses.

"Muitas mães não querem amamentar porque dizem que dói. Então é preciso fazer esse trabalho de conscientização para estimular o aleitamento e contribuir para atingir a meta do pacto", ressalta Alzineta. Para que os municípios possam se credenciar para participar do Ihac, os hospitais precisam se adequar a uma série de critérios definidos pela portaria do Ministério da Saúde nº 756 de 17 de dezembro de 2004.

"Os hospitais que se credenciam para fazer parte do programa Ihac têm que se preparar para oferecer instalações adequadas para mãe e bebê, dentro das normas estipuladas pela portaria, que faz parte do pacto", garante Salisete. Ela reforça que a diferença em relação aos hospitais que ainda não se adequaram ao programa são perceptíveis. "Existem muitas diferenças, sobretudo no dia a dia com um trabalho diferenciado. Nos hospitais habilitados já foi possível perceber a redução no índice de mortalidade", conclui a enfermeira.

Na segunda parte do evento, que acontecerá hoje, os palestrantes irão apresentar os exemplos positivos de instituições habilitadas no Ihac, como o da Maternidade Almeida Castro, em Mossoró, e do Hospital de Caraúbas.

 

Copyright,© 2000-2006 - Editora de Jornais Ltda - Todos os direitos reservados
Site melhor visualizado em 800x600

contador, formmail cgi, recursos de e-mail gratis para web site