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ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Enquanto a reforma política não chega, os pretensos candidatos às eleições municipais começam os entendimentos para o pleito. Vários partidos políticos já falam em nomes para a disputa à Câmara Municipal, alguns trocando de legendas, admitindo que os nomes disponíveis   aparentam mais robustez. Nunca é cedo para se iniciar um projeto de candidatura. Entretanto, é preciso saber se em 2012 haverá possibilidade de coligação na disputa proporcional e mais importante ainda, se a eleição para o Legislativo será majoritária ou proporcional. No primeiro caso, serão eleitos os que somarem o maior número de votos, mesmo que a legenda apresente um somatório maior que outros partidos que disputam os mesmos cargos eletivos.

Mesmo que o voto para o Legislativo seja majoritário, a apresentação de bons nomes fortalecerá o palanque da chapa majoritária. Nas últimas eleições, os candidatos Iberê Ferreira e Wilma de Faria tinham poucos políticos para reforçar o palanque. Rosalba Ciarlini recebia o apoio da maioria da bancada federal e dos deputados estaduais que pediam voto para governador e senador. Foi possível prever o resultado bem antes do final da campanha. Um nome forte para a disputa municipal, por sua vez, ajudará no aglutinamento de forças políticas com representatividade. Por isso é que começou a movimentação de suplentes de vereador procurando abrigo em partidos que não lhes criem dificuldades eleitorais. Assim é o jogo da política.

O sistema dominante municipal ensaiou o lançamento de três nomes. As pesquisas de opinião pública mostraram que nenhum deles seria bem aceito pelos eleitores. Mas, o pior, é que apresentados ao sistema da governadora Rosalba Ciarlini, receberam veto taxativo, sobretudo pela falta de confiança hoje existente entre os dois grupos. Ao que se comenta, a preferência do governo seria o nome da vice-prefeita Ruth Ciarlini, que poderia ser candidata à reeleição caso a prefeita renunciasse o mandato. A reação inicial da prefeita foi de negar essa possibilidade, alegando haver sido eleita para cumprir todo um mandato e não via essa possibilidade como projeto viável. É muito cedo para declarações dessa natureza, pois muita coisa ainda poderá acontecer.

Nos últimos dias, circulou, com mais intensidade, que o PMDB teria candidatura própria à Prefeitura de Mossoró. Pode ser, mas não parece um projeto consolidado. Nas últimas eleições, os peemedebistas apoiaram a atual prefeita e sua presidente ocupa cargo de confiança no governo municipal. Há nomes que não são da estreita convivência, ou melhor dizendo, da extrema confiança do sistema governista, mas poderão surgir entendimentos com a interveniência do senador José Agripino. A oposição acompanha de perto todos esses movimentos, sabendo que poderá tirar proveito de desentendimentos mais profundos que já começam a aflorar. Isso está bem visível e com muita informação estratégia sendo oferecida. É aguardar.

 

 

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