Mossoró-RN, domingo 22 de novembro de 2009

TRANSIÇÃO
Luana Dyane
Governador Dix-sept Rosado

Ao olhar pela janela
Já não vejo mais o sol
Só consigo ver a escuridão
Habitando e tudo virando poluição
Sonora e visual,
Um decreto sem noção
Concluindo a visão do cidadão.
Que sem respeito
Destrói o que é seu por direito.
Não salientando o mundo
Como deveria
Ele se volta contra você;
Enchentes, desmoronamentos de terras,
Ciclones e furacões,
O chamado aquecimento global,
Que pra mim é resultado
De um ato banal.
”Tudo o que você faz,
Contra a natureza
Ela te devolve com voraz.”

Entende?
Leylyane Rafaela
www.vampiravalentine.blogspot.com
Mossoró

Entendes tu que te amo
Que por orgulho me calo
Que quando teu nome chamo
O que quero dizer não falo?

Entendes tu que não esqueço
Nossos beijos trocados,
Nossos momentos mágicos,
E teu jeito engraçado?

Entendes tu que ainda espero
Um dia tu voltar
E me riam, me blasfemam
E não saio do mesmo lugar?

Entendes tu,és meu motivo?
Minha razão de existir
Por ti que eu vivo
Estou morta sem ti.

Amando amar você
Mikele Santos da Silva
Mossoró- RN
Dedicado ao meu amor Bruno Rafael S. N. Barbosa

Adoro tudo em você
Incluse seu jeito de ser
Sua maneira de falar
sua forma de me tratar
Seu grande sorriso
Que sempre está a me encantar.

Pra falar a verdade,
tem algo que passei a gostar,
pois descobri a felicidade  
no teu olhar.

Quando nossas frontes se tocaram
nossos óculos quase se chocaram
e numa distância de centímetros
nossos olhares se encontraram.

Senti nesse momento meu coração acelerar
e ressoou nos meus ouvidos uma agradável melodia
a qual acompanhou o ritmo da minha alegria
a de estar na sua companhia.

Sempre fico rindo à toa
quando lembro aquela hora boa
Aquele gesto simples
Deu- me a certeza
que vale a pena lutar,
pois quanto mais difícil for a guerra
mais saborosa a vitória será.

Contudo aprendi que meras palavras
não conseguirão expressar
tudo que sinto
através do seu olhar.

A VOCÊS!
Célia Mello
(Rodolfo Fernandes RN)
Celiamelo17@hotmail.com

Sabe aqueles momentos e pessoas,
Em que você procura
Palavras pra definir e não encontra?
É assim que me vejo,
Ao meu lado tenho amigos,
Que nem sabem o quanto são importantes,
O quanto os amo, até mesmo por nunca ter falado,
Muitos já criaram o conceito,
Que amigos não existem,
Pode ser que sim,
Mas tenho pessoas aos quais chamo,
Sem medo de MEUS AMIGOS.
Com eles divido os melhores sorrisos,
Até as mais cruéis lágrimas,
Sentamos pra jogar conversa fora,
Mas também sabemos que a vida é real,
E que passamos por coisas árduas.
E que precisamos de pessoas ao nosso lado,
Pra poder nos apoiarmos,
Um ombro amigo melhor dizendo.
Por isso hoje tirei um pouquinho do meu tempo,
Pra falar pra todos os que se consideram meus amigos,
Que a minha vida sem eles não teria o menor sentido,
Não esqueço da minha família,
Afinal foi com eles que aprendi muitas coisas,
Ganhei, perdi e hoje enfrento tudo de cabeça erguida,
Me considero feliz por tudo que DEUS me dá,
Família... amigos amo todos vocês.

Sem sentido
Clauder Arcanjo
clauder@pedagogiadagestao.com.br

Dizem-me que não faz mais sentido
Falar de amor, muito menos de paixão.
Que está fora, muito fora, de moda
As coisas que advêm do coração.
Mas é que hoje veio-me a saudade...
A rabiscar versos, sem nenhuma precisão.

Quem sabe o que a maré irá trazer?
Bruno Coriolano

Incentivado por um novo sonho, sigo em frente sem pensar
Sigo nessa luta sem ter medo de perder
Desbravando novas terras à procura de achar
Quem sabe o que a maré irá trazer?

Vejo a névoa que esconde o meu pensar
O tempo nos controla sem piedade
Não liga se somos russos, americanos ou de marte
O tempo é a escuridão que nos obriga a chorar!

Já nem sei qual o meu Nome
O que a marca no seu rosto agora esconde
Já não sei quem sou eu
E agora tudo que eu era se perdeu!

DOLOROSO SILÊNCIO [II]
Ângela Rodrigues de Oliveira

No corpo belo e perfeito,
A silueta de uma linda mulher,
Esconde segredos - sonhos desfeitos...

No rosto, o olhar triste denuncia
A violência - pelo medo silenciada;
No peito chora o coração magoado...

Na memória a amarga lembrança

Dos sonhos roubados na infância.

 

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