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Executivo assuense abre conversações com o Dnocs sobre uso de áreas para fins residenciais

 

ASSÚ - O prefeito Ivan Lopes Júnior (PP) dedicou-se, durante toda a manhã da última segunda-feira, a uma série de compromissos administrativos na capital do Estado junto a vários setores.

De acordo com informação prestada pela assessoria de imprensa do prefeito, um destes contatos se deu com o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), Elias Fernandes. O entendimento foi procurado pelo chefe do Executivo municipal junto ao representante maior da autarquia regional.

O diálogo tratou da possibilidade de avançar na pretensão do município de aproveitar alguns terrenos hoje sob tutela do órgão autárquico com o intuito de dispor de espaços físicos para que a administração possa contar com área suficiente para expandir o programa de habitação popular.

Ivan Júnior informou que atualmente o Dnocs detém uma significativa área territorial inaproveitável e que poderia estar servindo aos interesses do governo municipal no que concerne ao seu programa de moradia.

Falta de terreno impede expansão habitacional

Segundo o secretário municipal de Planejamento e Coordenação de Infraestrutura, Reci de Oliveira, uma das principais dificuldades enfrentadas pela administração no que tange à dinamização do seu programa de habitação, deve-se à inexistência de terrenos do patrimônio público para servir a este propósito.

Outro dado revelado pelo secretário municipal de Planejamento e coordenação de Infraestrutura é de que, somente neste primeiro ano de gestão, a prefeitura está viabilizando a construção e/ou recuperação de 1.000 unidades domiciliares.

Conforme o secretário municipal, são mais de 280 residências construídas até o final do exercício e mais de 850 que deverão ser totalmente reedificadas ou recuperadas pelo fato de ter sofrido consequências do período invernoso.

O auxiliar da prefeitura registrou que uma expressiva parcela destas ações se inclui dentro do plano de emergência por meio do qual o município foi contemplado junto ao Governo Federal, sendo beneficiado com um aporte financeiro inicial de mais de R$ 5 milhões - recursos que foram repassados sob intermediação da Caixa Econômica Federal, através do Ministério da Integração Nacional.

 

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