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Obrigado, leitores
Odeio
despedidas. Mas chegou o momento para fazê-lo. Venho expressar minha profunda
gratidão aos leitores desta coluna, sobretudo, pela lealdade e carinho com o
qual meus contos foram recebidos nestes últimos 18 meses.
Estou anunciando meu exílio, por
tempo indeterminado, deste fantástico jornal, para concluir alguns projetos
literários inacabados, a saber: um romance e um livro de contos.
Gostaria de
agradecer ao talentoso poeta, jornalista, e amigo, Cid Augusto, pelo convite
para escrever para O Mossoroense. Minha gratidão estende-se
também para a equipe deste jornal e ao, sempre atencioso, editor-chefe, Pedro
Carlos.
Parabéns ao O
Mossoroense por ser o único jornal da capital a permitir que a ficção,
através do conto, voltasse a ser lida em suas páginas. Que bom seria se os
outros jornais enxergassem o mesmo. Parabéns aos talentosos escritores deste
jornal. Parabéns, Cid Augusto, por acreditar e respeitar os leitores,
permitindo-lhes um leque de opções de leitura. Parabéns ao O
Mossoroense
por não seguir a mesma linha, feijão-com-arroz, que os outros jornais da
capital seguem. Parabéns por permitir a liberdade criativa sem censura.
Por fim,
espero estar de volta em breve, se este mesmo espaço ainda estiver disponível,
entretendo aos dois ou três leitores desta coluna, que se submetem semanalmente
às estranhezas de meus contos.
Obrigado,
Charles
Phelan
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