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Página 20 é destaque nacional Na edição de ontem do site do Universo Online (www.uol.com.br), o Página 20 foi destaque entre os grandes jornais do mundo. Na página principal, uma manchete figurou entre as manchetes do The New York Times, Folha de S. Paulo, The Boston Globe e da revista Fluir. A manchete era “Cazumbá, no Acre, é destaque nacional no Prêmio Chico Mendes”, matéria do jornalista Juracy Xangai publicada na edição de ontem do Página 20. Suspeita de atentado Para Abrahim “Lhé” Farhat, os dois acidentes automobilísticos sofridos pelo arcebispo de Porto Velho, dom Moacir Grechi, não são obra do acaso. Ele acredita que setores poderosos da economia e da política rondoniense estão por trás de tudo. Justificando sua tese, citou a morte do ex-presidente da República, Juscelino Kubistchek, também em um inexplicável acidente de carro. “Prefiro passar por doido a crer em fatalidade”, comenta. Progressista Lhé salienta que Moacir Grechi não é apenas um religioso. É, na sua avaliação, um ótimo político capaz de em pouco tempo à frente da arquidiocese de Porto Velho conseguir ajudar na eleição do petista Roberto Sobrinho para prefeito. Faz sentido. Esperança Com a chegada das festas natalinas, comerciantes da Praça da Bandeira sonham e têm a esperança de receber um belo presente nos próximos quatro anos: querem que o futuro prefeito Raimundo Angelim (PT) revitalize o espaço histórico da capital. Isso é visível no olhar de cada um, principalmente dos mais antigos. Ele voltou Depois de passar um boa temporada fora do Estado, o candidato derrotado a prefeito Marcio Bittar (PPS) está no Acre. Ontem foi à Assembléia Legislativa conversar. Em seguida, saiu com aliados políticos como Luiz Calixto (PDT), N. Lima (PSC) e Tarcísio Pinheiro (PPS). Já pensa em 2006. Ensino doente O curso de Medicina da Ufac, que nasceu para ser a solução dos problemas na saúde do Estado, está se tornando um problema. Primeiro foram as fraudes no vestibular. Agora, os alunos reclamam que não têm condição de aprendizagem porque falta tudo. Reclamam até da falta de defunto para estudarem. A turma pôs o jaleco, o nariz de palhaço e foi ontem pedir apoio aos deputados estaduais. Sem privilégio A falta de condições para funcionamento não é privilégio do curso de Medicina. Faz parte da crise do ensino universitário público no país. Comparado com cursos como Jornalismo e Engenharia Florestal, que foram criados na mesma época do que forma “doutores”, Medicina pode se considerar em condições privilegiadas. Outro exemplo é o curso de Educação Física, que até hoje não tem um campo de futebol e uma pista de atletismo. Transferência Pode parecer maldade, mas tem gente comentando que toda essa manifestação dos alunos de Medicina tem objetivo menos nobre. Como a maioria é de outros Estados do país, a pressão visaria encontrar desculpas para muita gente conseguir transferência para outras universidades públicas mais perto das suas casas. Se for verdade, podemos classificar o fato como a segunda fraude. Pegadinhas Já que o assunto é educação, alunos do curso de Direito da Firb recorrem à coluna para reclamar que os professores, principalmente de Processo Civil, estão jogando muito duro e aplicando provas difíceis. Juram que estudam muito, mas são surpreendidos pelas pegadinhas. Será? Demorou Somente agora, depois de perder a reeleição, o presidente da Câmara de Vereadores de Rio Branco, Nuno Miranda (PL), entendeu que os funcionários do Poder foram sacrificados em benefício dos vereadores. Ele disse que não vai deixar de pagar as contas, encargos sociais e salários para pagar verbas indenizatórias dos vereadores. Não baixou nenhum santo bom em Miranda. Ele está com medo é das punições previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal. É estranho, meu bem, é estranho. Salão aberto Karla Martins, diretora de Artes da Fundação Elias Martins, telefonou ao colunista para negar que o porão da Tentamem onde estão expostos os trabalhos do I Salão Hélio Melo de Artes Plásticas permaneceu fechado no último fim de semana, conforme dito aqui na coluna. Segundo ela, por problemas de ordem técnica, o salão estava fechado no sábado, mas abriu normalmente no domingo, das 10 às 20 horas. A fonte da coluna deve ter chegado mais cedo ou mais tarde ao local. Rua que virou bairro Depois da rua que virou avenida - a Antônio da Rocha Viana -, tem uma rua que virou bairro sem a chancela oficial. Sem base legal nenhum, a rua Isaura Parente passou a ser chamada de bairro até mesmo pelo Correios. É mais uma façanha que só acontece no Acre. |
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