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| Sebrae forma empreendedores em Porto Valter |
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Sandra Assunção
Dois projetos iniciais vão ser desenvolvidos pelo Sebrae em Porto Valter: o de piscicultura e de artesanato, que ainda está em fase de levantamento do potencial humano e de matéria-prima. Trinta e quatro pessoas já estão inscritas no projeto de piscicultura, que vai ser desenvolvido em parceria entre Sebrae, governo do Estado e prefeitura de Porto Valter. Um técnico do Sebrae vai acompanhar todos os passos desde a preparação de tanques e açudes até a criação dos peixes”, explica a representante do Sebrae na cidade, Zenaide Holanda. O pequeno empresário Arinilsom Pinheiro, um dos inscritos, diz que a piscicultura vai resolver o problema de falta de pescado na entre safra. “Só faltava um técnico que nos desse o suporte, o que vai acontecer agora por meio do Sebrae”. Capacitação - Para atender as necessidades do empresariado, o Sebrae fez um diagnóstico que apontou a necessidade de cursos na área de atendimento ao cliente. Foi justamente o primeiro curso ministrado na cidade. O empresário Francisco Rodrigues da Silva, que está no ramo de mercearia há 12 anos, fez o curso com os funcionários. “Como a cidade é pequena, o atendimento fica meio familiar. Depois do curso nosso cliente passou a ser atendido com mais profissionalismo”, explica o empresário. Começou no dia 26 e prossegue até 2 de julho, o curso Aprender a Empreender, que conta com 53 inscritos. O empresário Jonas Barros está fazendo o curso com as duas funcionárias. “Neste lugar isolado precisamos de ferramentas que nos diferencie, nos torne mais empreendedores e competitivos. E é isso que estamos aprendendo com o Sebrae. A empresária Zenair Gomes, do ramo de farmácia, que também é presidente da câmara de vereadores de Porto Valter, diz que ficou mais dinâmica com o curso. “Aprendemos a superar pequenas dificuldades e ver o nosso negócio como um todo, onde cada engrenagem tem que funcionar 100 por cento. Esperamos mais cursos do Sebrae, que já é um grande parceiro de Porto Valter”, disse Zenair. Qual será o segredo da macaxeira chip do Bené? Juracy Xangai
O negócio ia bem, mas ele sentiu que faltava alguma coisa: aprendeu a fazer banana frita com açúcar e canela, pururuca chips, salgadinho de trigo, enfim, diversificou sua produção e os negócios ganharam novo impulso. Até o dia que Benedito Pires Correia, 53, e a esposa decidiram criar alguma coisa diferente, fizeram alguns testes com produtos acreanos e pimba... inventaram a macaxeira chip! “O preparo é simples, mas tem uma manha que a gente descobriu para ela ficar assim enxuta e bem torradinha um mês inteiro. O pessoal gostou muito e a concorrência, é claro, até tentou copiar, mas os consumidores não gostaram do produto deles, que acabou saindo do mercado. Isto aqui exige ciência”, adverte, enquanto atende a freguesia. Trabalhando com a esposa em sua casa localizada no bairro no Aeroporto Velho, Bené produz uma média de 600 a 1.000 pacotinhos de salgadinhos por semana. “Nossos principais clientes são os estudantes da Firb, Uninorte, Meta e Ufac. Tem mais gente querendo, mas minha produção só dá para atender eles, mas sei que venderia toda macaxeira que conseguisse fritar”. E assim fica o mistério. Qual será o segredo da macaxeira chip do Bené? Ela está sempre torradinha porque vende mais, ou vende mais porque está sempre torradinha? O certo é que, segundo ele, 70% de toda sua produção de salgadinhos e doces é hoje composta pela macaxeira chip. |
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E x p e d i e n t e : |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
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