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Eleição do Sintesac Desde o primeiro momento a polêmica cerca a eleição para o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sintesac), realizada ontem com apenas uma chapa concorrente. Muita polêmica ainda há de vir, já que o processo não se encerrou com a abertura das urnas e a contagem dos votos. Novos lances ainda virão seja na Justiça seja nos corredores das unidades de saúde. Ontem, os membros da chapa 2 entraram na Justiça pedindo a anulação do pleito que reconduziu o sindicalista Luiz Anute à presidência do Sintesac. Eles alegam que foram impedidos de participar das eleições. Nessa briga é difícil entender quem realmente tem razão, mas a verdade é que quem perde é o associado do sindicato, o servidor da saúde, que teve seu direito de escolha limitado, e bastante limitado. Um reflexo disso é que, de um total de mais de 4 mil filiados, cerca de 1,5 mil se abstiveram. Perde também o sindicalismo acreano, que sempre foi tão combativo e destacado na região Norte e hoje se vê relegado às disputas judiciais que nada engrandecem o movimento ou os interesses das categoria que representam. Em uma disputa com duas ou mais chapas, talvez Anute fosse reconduzido ao cargo, porém, a eleição seria bem mais legítima do que uma aclamação recheada de dúvidas e denúncias mal esclarecidas, fazendo uso, assim, do direito à democracia não só do ato do voto, mas sim do que ele representa para o cidadão, como a liberdade de escolha e opinião. |
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