COTIDIANO

Marina Silva aponta avanços do Amazônia Sustentável

Plano conta com a participação de quase todos os ministérios do governo Lula

 


O programa de rádio do Sebrae que ensina a fazer bons negócios , intitulado A gente sabe, A gente faz, será lançado oficialmente hoje às nove horas no auditório do Sebrae e contará com a presença de radialistas, jornalistas, autoridades e empresários.

O novo programa de rádio oferece dicas de como ganhar mercado, escolher o ponto comercial, administrar caixa, formar preço e um vasto leque de informações, de forma dinâmica, leve e bem humorada. Apresentado pelo ator Roberto Bonfim (o Jota, motorista da telenovela ‘América’, da Rede Globo), o programa será veiculado em cerca de 500 emissoras do País.

O programa é formado por 40 capítulos, cada um com duração de dez minutos e dividido em casos fictícios como os da dona Celeste e do Adaílton, os mesmo dos gibis, além de dicas de especialistas em vendas e depoimentos de empreendedores.

As orientações são bastante variadas. Um exemplo é Rosilene, que tem uma banca de ferragens no Rio de Janeiro e conta que para formar preço não basta simplesmente colocar um percentual sobre o valor da matéria-prima. Outra dica é do Volmar, dono de uma loja de cosméticos em Santa Catarina, afirmando que o vendedor nunca deve abordar o cliente com o tradicional “posso ajudar?”. “Quando o cliente responde que só está dando uma olhadinha deixa o vendedor desarmado. Psicologicamente é ruim falar de ajuda. É melhor trocar por ‘em que posso servir?’ ou ‘como vai?’”, ensina.

No final de cada capítulo, Roberto Bonfim convida o ouvinte a ligar gratuitamente para 0800 94 08 110 ou escrever para a Caixa Postal 9902 – Brasília DF – CEP 70001-170 e dizer o que aprendeu dos temas abordados. Em contrapartida, o ouvinte ganha um certificado do programa para aprimorar o currículo ou exibir em seu estabelecimento comercial, caso tenha, além de concorrer a cursos do Sebrae.

Para complementar o programa de rádio, simultaneamente, também será lançado uma série que contempla oito gibis, animados pelo cartunista Ziraldo, famoso pelo seu menino maluquinho. O conteúdo dos gibis é baseado nas radionovelas do programa ‘A Gente Sabe, A Gente Faz’, versão 2005 e serão vendidos a R$ 1,50 cada, em cerca de 32 mil bancas de jornal de todo o Brasil, a partir de setembro. Realizado pelo Sebrae em parceria com a Editora Globo.Romerito Aquino

Brasília – Depois de comemorar as estimativas preliminares de redução de mais de 50% no desmatamento da floresta amazônica, feito alcançado na maior parte pelas medidas estruturantes adotadas pelo governo nos dois últimos anos, a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, começa a apregoar o bom desempenho do Plano Amazônia Sustentável.

O plano conta com a participação de quase todos os ministérios do governo Lula e com a sociedade civil da região para preservar e explorar sustentavelmente a maior floresta tropical do planeta.

Segundo a ministra, o Plano Amazônia Sustentável está baseado nos eixos estruturantes do ordenamento territorial e gestão ambiental, da questão do desenvolvimento sustentável com tecnologias adaptadas para a região, do fomento para as atividades produtivas sustentáveis e da promoção da inclusão social.

Todos os quatro eixos, que estão sendo implementados aos poucos pelo Ministério do Meio Ambiente, formam a base da contribuição que o Estado brasileiro está dando para preservar e desenvolver sustentavelmente a grande floresta amazônica.

Destacando que o plano já está em franco andamento, a ministra Marina Silva afirmou que “hoje, o processo já começa a se substanciar com os planos BR-163 (Cuiabá-Santarém) sustentável, no plano de combate do desmatamento da Amazônia e num conjunto de ações de ordenamento fundiário e territorial”.

Outro responsável pela concepção e elaboração do Plano Amazônia Sustentável, o ministro Ciro Gomes, da Integração Nacional, destacou que se trata do primeiro projeto que trabalha todos os problemas da Amazônia.  “É o primeiro plano estratégico feito olhando todos os ângulos da complexa questão da Amazônia fora do eixo Brasília, São Paulo e Rio, abrindo mão de qualquer veleidade tecnocrata para ser uma base de consenso que organize e una toda a força política e comunitária da Amazônia ou redor dessa estratégia de longo prazo”, disse o ministro.

 

 
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Rio Branco-AC, 2 de setembro de 2005
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