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O terceiro passo Mais de meio milhão de acreanos iniciaram o ano de 2007 com um novo governante. Depois de dois mandatos e oito anos à frente dos destinos do Estado, Jorge Viana despediu-se do cargo e o repassou a Arnóbio Marques, o Binho, eleito no último dia 1º de outubro. Binho e seu vice César Messias tomaram posse nas primeiras horas desta segunda-feira com o propósito de dar seqüência ao trabalho do seu antecessor, que teve aprovação quase unânime da população do Estado. Que o digam os servidores públicos, que desde janeiro de 1999, quando Jorge Viana tomou posse no primeiro mandato, nunca mais deixaram de receber seus salários rigorosamente dentro do mês trabalhado. Desafios há para o novo governador, mas eles certamente serão menos espinhosos do que os vividos por Jorge Viana quando assumiu, no fim da década passada, com dívidas praticamente impagáveis e a segurança pública vivendo um momento dramático, com a justiça sendo feita não pelos órgãos competentes, mas por grupos de justiceiros que se achavam acima da lei. Em oito anos o Acre mudou. Mudou para melhor, reconhecem até mesmo os adversários do Governo da Floresta. Binho e sua equipe, que ainda não está definida, terão muitos desafios pela frente, mas com a capacidade de administrar demonstrada por ele como secretário de Educação, período em que o Acre deixou as últimas posições no que se refere ao ensino público, todos esses percalços serão paulatinamente vencidos com dedicação, seriedade e competência. E essas três virtudes o novo governador possui, todos hão de reconhecer. |
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