| COTIDIANO | |
PMRB controla focos de dengue no Bahia Nova e Santa Inês Capital está classificada como de baixo risco da doença pelo MS |
![]() Agentes da prefeitura fazem o controle nas caixas d’água dos bairros |
“Tivemos que intervir energicamente nestas localidades, evitando uma rápida disseminação da doença, porque alguns de seus moradores apresentaram casos”, informou Jeosafá César da Costa, coordenador do Departamento Municipal de Vigilância Epidemiológica e Ambiental. As pessoas contaminadas foram prontamente medicadas e a região passou por uma pulverização com a substância UBV, o ultra-baixo volume, também conhecido como “fumacê” e que ao ser aplicado na atmosfera, combate o mosquito transmissor. “Estas ações mostram a sensibilidade do serviço de vigilância ao bloquear a dengue sem esperar que ela se alastre”, afirmou Costa. Exatamente 94 agentes trabalham hoje no combate ao mosquito aedes aegypti, o transmissor da doença, nas sete regionais da cidade. O contingente de soldados subirá para 103, quando forem contratados os novos concursados. Em 2007, a capital acreana registrou 220 casos, o que a classifica na condição de baixo risco, numa escala do MS que vai de baixo a alto risco. Nesta escala, estão em baixo risco as cidades que apresentam 100 casos para cada 100 mil habitantes. No caso de Rio Branco, foram 220 casos entre 322 mil moradores. É no inverno amazônico, o atual período estacionário, que o mosquito encontra facilidade para se reproduzir. Por isso, a única maneira de evitar a dengue é não deixar o mosquito nascer. Neste sentido, a Vigilância Ambiental do Município vem mantendo um programa de educação em saúde com as comunidades das regionais, até o final de abril deste ano. As ações prevêem prêmios para aquelas que mais se destacarem em ações como palestras direcionadas à comunidade e à limpeza de quintais, por exemplo. Já está certo de que a regional que obtiver o primeiro lugar ganhará um kit informática. As demais segundo e terceiro lugares também serão contempladas com premiações que ainda serão definidas. A recomendação é que se acabe com os criadouros, lugares de nascimento e desenvolvimento do mosquito. Isso se faz não deixando a água, mesmo limpa, ficar parada em qualquer tipo de recipiente como garrafas, pneus, pratos de vasos de plantas e xaxim, bacias e copinhos descartáveis. | |
|
|
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
| |