| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Um olhar sobre os excluídos As autoridades acreanas estão prestes a conhecer a fundo a situação sanitária dos presídios do Estado e o perfil fiel da população carcerária, isto é, daquelas pessoas que cometeram delitos graves e foram privadas da liberdade por anos, adquirindo ou não novos hábitos e costumes nocivos a sua ressocialização. O maior problema, considerado pelas organizações e movimentos em favor dos direitos humanos, é a falta de oportunidade e o preconceito que a categoria sofre quando ganha o direito de voltar à convivência social e fica excluída como alguém que não merece uma segunda chance. Pensando em oferecer melhores condições de reabilitação para as centenas de detentos que enveredam pelos caminhos do vício do cigarro comum, álcool e drogas, a Associação Caminho Aberto, em parceria com o DST/Aids, Secretaria de Segurança, Comando Geral da Polícia Militar e Tribunal de Justiça, realizou uma pesquisa que revela o retrato fiel da situação dos presídios no Acre. A intenção dos órgãos responsáveis pelo estudo é criar meios para que os reeducandos tenham mais acesso a informações sobre as DSTs e aids, uso do preservativos e ligação com as casas de recuperação de dependentes químicos, assim como os grupos da irmandade de Alcoólicos Anônimos (AA), que estão espalhados pelo Estado e acolhem pessoas que acreditaram na própria recuperação e se mantêm sóbrios ano após ano. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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