COTIDIANO

III Fecosol: Certificação Participativa e o Associativismo

 


A Certificação Participativa e a experiência do Pólo Moveleiro de Manaus é foco de discussão nessa manhã de sábado na feira de economia solidária.

Em busca de acrescentar mais conhecimentos aos participantes da III Feria de Economia Solidária, estão sendo desenvolvidas várias palestras e debates. Que buscam melhorar e disseminar a discussão no setor produtivo do Acre.

Nessa manhã de sábado no auditório da Secretaria de Extensão Agroflorestal (SEATER) foi iniciado o debate sobre certificação participativa e a experiência do pólo moveleiro de Manaus. Esses eventos buscam estimular e preparar os produtores locais, que passam a aprender novas formas de escoamento de sua produção.

A feira além de mostrar produtos também tem como principal trabalho, a orientação dos expositores em relação à cadeia produtiva do qual eles estão inseridos. Levando-os a conscientização de que a qualificação é uma forma mais eficaz de agregar valor a seus produtos, tornando-os mais atrativos para o mercado.

Certificação Participativa - esse é um novo modelo de certificar produtos na Amazônia, que passa por um processo de qualificação e cuidado com o meio ambiente. Recebem este selo, grupos que estimulam o desenvolvimento local através de parceiros que buscam o fortalecimento da agricultura familiar da floresta.

O selo se refere não só a um produto, mas a tudo que se é produzido dentro da propriedade familiar. A condição para que se tenha a certificação participativa é que seus produtos sejam originalmente orgânicos, e não tenham nenhuma interferência química. O selo é dado pela Associação de Certificação Socioparticipativa da Amazônia, que estará certificando no dia 09(nove) de dezembro, em Rio Branco, nove famílias da Reca (Reflorestamento Econômico Social e Adensado)

O certificado facilitará a exportação dos produtos e o aumento na vida econômica local. “A certificação aumenta a auto-estima do produtor, que passa a produzir sabendo que vai vender seu produto, sem desperdício de matéria-prima, e na verdade essa discussão está à disposição da sociedade em geral, por que nós já conhecíamos esse tipo de produção, nós somos tradicionalmente orgânicos”, diz Regina de Freitas, representante da CUT e integrante da Associação novo progresso em Brasiléia.

 

 
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Rio Branco-AC, 3 de dezembro de 2006
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
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