| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Epopéia em três atos Uma acreana da gema reescreve a história de sua terra natal e a luta de centenas de seringueiros para se tornar brasileiros. A minissérie “Amazônia - De Galvez a Chico Mendes”, idealizada pela renomada novelista Glória Perez, da Rede Globo, estreou nesta terça-feira nas telas de TV de todo o país promovendo uma verdadeira revolução de audiência, para alegria geral de diretores, atores, figurantes e, especialmente, dos telespectadores amazônidas. Para o governador recém-empossado Binho Marques, que juntamente com convidados, atores e envolvidos assistiram à estréia no auditório da escola Glória Perez, “a minissérie lembra o passado e nos permite vislumbrar o futuro”. O mesmo otimismo contagia a atriz Clarice Baptista, que participa da trama, para quem o documentário promete ser um grande sucesso. “Amazônia...” é dividida em três fases. A primeira revela os heróis que batalharam para conquistar a independência do Acre, entre eles o advogado José de Carvalho (Juca de Oliveira), que expulsou os bolivianos da região. A segunda, com o Acre já declarado Estado independente por Luiz Galvez (José Wilker), aborda a decadência da borracha com tramas ficcionais. E a última mostra o herói Plácido de Castro (Alexandre Borges), que declarou o Acre território brasileiro em 1903. Essa terceira fase é ainda complementada com o relato da vida do seringueiro Chico Mendes (Cássio Gabus Mendes), assassinado em 1988 por denunciar a ação predatória contra a floresta amazônica e as ações violentas dos fazendeiros da região. Nada mais gratificante para a nação acreana iniciar 2007 revivendo a trajetória heróica de bravos nordestinos, sob o comando de um intrépido gaúcho, para se incorporar definitivamente ao mapa brasileiro, o que de fato e de direito se concretizou em novembro de 1903, com a assinatura do Tratado de Petrópolis. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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