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Do Editor |
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Preservar o que é de todos A frase “preserve o que é de todos” parece meio “batida” quando a meta é chamar a atenção da coletividade para o cuidado com o bem comum. No entanto, não custa usá-la novamente quando se trata de fazer um apelo também “batido” com relação ao não desperdício de água do Saerb. Apesar das constantes campanhas de conscientização pela preservação do produto, muitas pessoas, em meio a uma grave estiagem, dão-se o luxo de usar mangueiras durante horas para lavar a calçada, o tapete, o carro ou dar banho no cachorro. Muitos usuários não se dão conta de que o gasto excessivo provoca escassez do líquido em outros bairros. Também não sabem que, principalmente na época de estiagem, a prefeitura tem que “se rebolar” para que o abastecimento não seja interrompido, devido à vazante do Rio Acre. Além de tudo, está comprovado pelos cientistas que o desperdício de água e a agressão aos seus mananciais irão provocar problemas praticamente irreversíveis para as gerações futuras. É preciso que cada um tenha a consciência de que a economia de água é uma forma de respeitar o direito do outro. Não vai adiantar os governantes plantarem árvores para fortalecer o leito dos rios ou repor a mata ciliar (o que traz retorno em longo prazo) se a população não estiver ciente de que tem que fazer a sua parte, de que a ação de cada um é importante para a efetivação do resultado como um “todo”. |
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