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“O amor transforma miseráveis em homens felizes; a ausência do amor transforma ricos em miseráveis.”

Augusto Cury, psicólogo e escritor


Deas

Permita-me comentar a nota “Cadê o Deas?”, publicada na coluna “Poronga” desse Página 20 de 4 de janeiro de 2007.

1 - Durante oito anos da administração Jorge Viana, a população atendida pelo Deas no interior do Estado foi triplicada, passando de 10.770 para 36.913 famílias abastecidas com água tratada. Em 1999, apenas 15 localidades eram abastecidas, hoje são 23 localidades sendo - 19 sedes de municípios e quatro vilas.

2 - No tocante à produção de água tratada, em 1999 era de 44 mil metros cúbicos por dia; hoje são 74.430 metros cúbicos.

3 - Em relação aos municípios do Juruá, onde, segundo a nota, “os serviços prestados na região estão precários...”, queremos ressaltar que naqueles onde o Deas atua os avanços foram significativos. Senão vejamos:

Em Cruzeiro do Sul, o número de ligações evoluiu de 3.129 para 7.082; em Marechal Thaumaturgo, de 100 ligações para 381; em Mâncio Lima de 250 para 1.292; Jordão de 63 para 347; Feijó de 258 para 2.384; e Tarauacá de 797 para 3.053 famílias abastecidas.

Mais de 80% dos servidores do Deas/Sanacre atuam no interior do Estado, onde se localiza nossa atividade fim prestando serviço com dedicação. Manter a sede do Deas em Rio Branco foi uma decisão da administração Jorge Viana, que considero acertada.

No mais, as especulações sobre a necessidade de transferir a sede do Deas para o interior deverá ser vista e debatida com serenidade necessária, sempre levando em conta o interesse da população atendida.

Atenciosamente

Tácio de Brito
Diretor interino do Deas

 

 
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Rio Branco-AC, 5 de janeiro de 2007
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