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| Um exemplo de solidariedade cultural |
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Não bastava só o conforto e o atendimento médico, as famílias atingidas precisam de algo mais para conseguir viver nos alojamentos com pessoas que nunca viram antes, longe de seus lares, e sem imaginar quando irão voltar. Pensando nisso, diversas atividades artísticas e esportivas estão sendo realizadas no Ginásio Poliesportivo Álvaro Dantas e no Parque de Exposições Marechal Castelo Branco, lugares onde está sendo abrigado o maior número de vítimas. Estas atividades, organizada em uma programação semanalmente estabelecida, não tem data para ter fim.
Quem e o quê - Atividades de capoeira, futebol e voleibol, leitura, jazz, kung fu, apresentações teatrais e musicais, jogos e recreação, oficinas de arte circense, de confecção de pepetas e campeonato de trança de pepeta, além mostra de filmes, curtametragens e documentários são alguns exemplos das atividades esportivas e artísticas que estão sendo oferecidas a estas famílias por meio das seguintes entidades: Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (SEMCAS), Coordenadoria Municipal da Juventude (COMJOVEM), Coordenadoria Municipal da Mulher (COMULHER), Secretaria Extraordinária de Esportes (SEESP), Fundação Garibaldi Brasil (FGB), Fundação Elias Mansour (FEM), Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas, Companhia Garatuja de Artes Cênicas, Secretaria Extraordinária da Juventude (SEJA), Serviço Social do Comércio (SESC), Federação de Teatro do Acre (FETAC), Associação dos Artistas Plásticos do Acre (AAPA), Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas (ABD/AC), Liga Acreana de Capoeira, Liga de Quadrilhas, Jovem Age, Movimento Hip Hop, Conselho Estadual de Cultura, Livraria Paim, Grupo de Teatro Vivarte, Grupo de Forró Os Bebês e Orquestra de Violões de Rio Branco. Pensando no depois - Após esta situação, quando todos puderem voltar a suas casas, a Prefeitura de Rio Branco, via Fundação Garibaldi Brasil, pretende continuar algumas destas atividades com as famílias dos bairros atingidos por essa cheia. Esta ação poderá ser feita por meio do projeto “Alegria tá na rua”, que leva atividades artísticas para os bairros periféricos, procurando alcançar pessoas que não tem acesso aos bens culturais, além de estimular a produção artística cultural local e a amplificação das expressões culturais de cada grupo para a comunidade. (Giselle Lucena/FGB) |
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| Com Moisés Alencastro |
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