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Tião Viana homenageia Into no Senado Instituição realizará a partir de hoje 40 cirurgias ortopédicas de alta complexidade na Fundação Hospitalar |
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O senador citou o acerto de administração de Sérgio Côrtes que interveio em erros e desvios de finalidade que tinha a instituição. O Into, como lembrou o senador, é responsável por 80% dos atendimentos traumato-ortopédicos no Estado do Rio de Janeiro e 5% dos atendimentos no Brasil, comparando-o à Rede Sarah de Hospitais, na dimensão do trabalho realizado. Tião Viana enfatizou a importância do Projeto Suporte criado pelo Into que hoje já atua em 20 Estados brasileiros, levando especialistas do Rio de Janeiro para realizar cirurgias em outros estados. Na época, Tião Viana teve intensa participação, sensibilizando para a realidade da Região Norte em relação às doenças traumato-ortopédicas, especialmente em razão de milhares de vítimas de acidentes de trânsito. Ocorre que no Acre, na Região Norte e em outros Estados da Federação não havia especialistas suficientes para tratarem essas pessoas. Assim o Into criou o projeto Suporte, que só no Acre já realizou oito mutirões. Desde sua criação, em 2003, o Projeto Suporte já beneficiou cerca de mil pacientes com atendimentos ambulatoriais, dentre os quais 500 se submeteram a procedimentos cirúrgicos, incluindo o primeiro transplante ósseo de quadril da região Norte. Em 2006, a previsão é de que sejam realizadas 470 operações, das quais 200 já foram realizadas. No caso dos atendimentos ambulatoriais, o ano deve fechar com 750 beneficiados. “No Acre, -lembrou Tião Viana - tivemos crianças com o pezinho torto congênito, pessoas que estavam há anos deitadas nos leitos sem poder levantar-se, hoje fazendo movimentos; tivemos próteses colocadas, de quadril, de joelho. Estou falando em procedimentos de alta complexidade, que custariam R$ 30 mil cada um, e aos quais os pobres não tinham direito a ter acesso e hoje têm”. O novo Into - O senador ainda informou da tribuna sobre o projeto Novo Into, que fará uma mudança profunda no sistema de atendimento traumato-ortopédico brasileiro. A área de construção vai sair de 14 mil metros quadrados para 69 mil; leitos comuns: 256 e leitos CTI: 44, mais do que dobrando; salas cirurgia: 18; leitos hospital/dia: 18; salas de cirurgia hospital/dia: 3; consultórios: 64; cirurgias/ano: 19.700; consultas e procedimentos: 305 mil/ano. Segundo Tião Viana, hoje, a fila de espera é de 10 mil pessoas no Rio de Janeiro, graças à “lamentável crise da saúde pública naquele Estado, que o Ministério da Saúde tem tentado ajudado e intervir. Reduziremos a fila de espera para duas mil pessoas. A espera média de 36 meses será reduzida para 12 meses, padrões comparáveis aos da Suíça, Finlândia e Noruega. Esta é uma decisão do Governo do Presidente Lula: investir também numa área delicada da saúde pública brasileira, que é a média e a alta complexidade”. Acre-referência - Ao finalizar, o senador disse ser do seu propósito lutar para consolidar e implantar, no Acre, um projeto de suporte que signifique a presença de um modelo Into e Hospitais Sarah “para sermos uma referência de acolhimento, que já somos hoje de irmãos peruanos e bolivianos e também de irmãos dos Estados vizinhos nas áreas de fronteira, para dar cobertura àqueles que são vítimas graves e que perdem a qualidade de vida, perdem a capacidade laborativa, quando têm um trauma, um acidente, que os deixa imobilizados, paralíticos, tetraplégicos, em decorrência dos acidentes do aparelho locomotor”. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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