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Desfile cívico animará 7 de Setembro na capital |
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Um grande ato de civismo está marcado para acontecer às 16 horas desta sexta-feira, na avenida Getúlio Vargas. Trata-se do tradicional desfile de 7 de Setembro, resgatado pelo governo do Estado há alguns anos com o intuito de envolver a população acreana com a história da Independência brasileira. Como em desfiles anteriores, a expectativa é de que dois mil estudantes de várias escolas do Estado e militares do Corpo de Bombeiros, Exército, Polícia Militar e Força Aérea Brasileira (FAB) protagonizem a grande festa, marcada pela presença do espírito de patriotismo. Carros de apoio das corporações militares e equipamentos, como artilharia, guarda da bandeira e armamentos, prometem dar ênfase ao desfile das corporações militares, que serão recebidos na avenida pelo público acomodado em arquibancadas construídas especialmente para a data. Para que tudo esteja pronto até a sexta-feira de manhã, homens trabalham o dia inteiro na estruturação da Getúlio Vargas, afim de acomodar o maior número possível de pessoas ao longo da avenida. Do lado esquerdo do Palácio Rio Branco, uma arquibancada também está sendo construída. Lá estarão concentradas as autoridades do Estado, bem como o governador Binho Marques. Conquista da autonomia política A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de país, pois marca o fim do domínio português e a Conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade do Brasil, durante o processo da Inconfidência Mineira. Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra. Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou. (Fonte: Sua Pesquisa). | |
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