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MPF investiga PM que atirou em juiz federal |
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No próximo dia 14, às 9 horas, os policiais militares Erick Ferreira Maciel e José Maria Rola de Souza irão prestar depoimento na 2ª Vara Federal. Eles respondem a acusação de abuso de autoridade, calúnia, prevaricação e disparo com arma de fogo em via pública. O episódio que rendeu a denúncia aconteceu no dia 23 de julho e o disparo que saiu da arma do soldado Erick foi feito contra o juiz federal Jair Facundes. De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público Federal, por volta das 17h30 do dia 23, Jair Facundes trafegava com seu carro pela rua Ipanema em direção à avenida Antônio da Rocha Viana, onde havia ocorrido um acidente de trânsito, momento em que foi solicitado pelo soldado Erick que parasse o veículo. Atendida a solicitação, o PM se dirigiu ao motorista perguntando se ele não havia ouvido o sinal do apito. Diante da negativa do juiz, Erick voltou a apitar, dessa vez próximo ao ouvido do magistrado, perguntando em seguida se ele havia ouvido ou não. Diante da afronta, Jair disse que tal atitude não era condizente com um agente público, momento em que o soldado abriu a porta do carro, apontou a arma para o juiz e ordenou que ele saísse do veículo. Diante da negativa de Jair Facundes, Erick ameaçou prendê-lo e apreender o carro, alegando ser a autoridade no local. A confusão gerou ainda algumas ameaças e tiro disparado por Erick, resultando na prisão do próprio soldado. O processo vem sendo investigado pela Corregedoria Geral da Polícia Militar, Polícia Federal e Ministério Público Federal. Não é a primeira vez que o soldado Erick é acusado de abuso de poder e conta, segundo se comenta, com o cooperativismo de alguns de seus colegas de farda. | |
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| Com Moisés Alencastro |
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| Com Roberta Lima |
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| Com Leonildo Rosas |
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