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Falta de consciência População continua jogando lixo no rio Acre, que já apresenta sinais explícitos de deterioração |
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Apesar da preocupação que vários órgãos, entidades e parlamentares envolvidos na preservação do meio ambiente vêm demonstrando nos últimos dias com a complicada situação em que se encontra o rio Acre, muitas pessoas continuam poluindo o afluente mais importante da região, ignorando assim todas as manobras que visam o salvamento do rio que deu vida ao Estado. Na manhã de ontem, quem passava pelas proximidades das duas pontes no centro de Rio Branco podia observar facilmente as imagens de um cachorro morto, que possivelmente foi jogado no rio por cidadãos que lançam naquele afluente todo tipo de lixo, sem pensar que ele é a maior fonte de abastecimento da água que chega diariamente às residências. Esse tipo de ação é um desserviço ao trabalho de revitalização que é feito pelas próprias crianças de escolas públicas, que dão uma verdadeira lição de consciência ambiental, quando saem de suas salas de aulas para ajudarem no reflorestamento das margens do afluente, visando a continuidade dessa riqueza para as gerações futuras. A poluição também parece ser um afrontamento ao trabalho que foi feito por aproximadamente 55 militares do 4º Batalhão de Infantaria e Selva (Bis), que há menos de um mês realizaram um mutirão de limpeza para devolver vida a uma parte do rio Acre, que parecia não ter mais jeito. Para o subcomandante do 4º Bis, major Hélio Bogéa, é necessário haver uma maior mobilização, tanto na questão da revitalização e limpeza do rio quanto da conscientização por parte de população, já que muitos continuam jogando todo tipo de lixo no afluente. “Temos que fazer um trabalho consistente e diário para salvarmos o rio Acre, de tal forma que essa mobilização se estenda até que todos estejam convencidos da importância que esse afluente tem para todos nós, e, principalmente, para as gerações futuras – que não podem ser vítimas da falta de conscientização ambiental de parte da população que insiste na destruição do rio Acre”, ressalta. Ele argumenta ainda que se cada pessoa fizer a sua parte e deixar de jogar lixo no rio, o trabalho de despoluição será facilitado e o afluente poderá ter a mesma vitalidade vista há anos atrás. | |
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