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‘Proibido Proibir’, de Jorge Durán, no Cineclube Aquiry Filme narra a história de amor e amizade de três jovens que enfrentam os conflitos morais e éticos de um triângulo amoroso |
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“Proibido Proibir”, que ganhou dezoito prêmios, conta com um extraordinário argumento, roteiro e direção do cineasta chileno-brasileiro Jorge Durán, que está em Rio Branco como professor de Dramaturgia do Curso de Cinema e Vídeo da Usina de Arte João Donato, sob a coordenação do governo do Estado, através da Fundação Elias Mansour. Jorge Durán vive desde 1973 no Brasil, onde trabalhou no cinema primeiro como roteirista (escreveu, entre outros, o roteiro de “Pixote”). Seu primeiro longa-metragem como diretor, “A cor do seu destino”, filmado em 1986, ganhou vários prêmios. Paulo se apaixona pela namorada de León, Leticia (María Flor), e uma difícil situação de triângulo amoroso é produzida no momento em que os três, tentando ajudar os filhos de uma paciente gravemente doente, deparam-se com a violência das favelas e da corrupção policial. Para Durán, seu filme pode ser visto como “uma espécie de reflexão sobre a ética de certos jovens”. Ele afirmou que sua intenção não era “transmitir uma mensagem, mas simplesmente contar uma história” com o filme. Jorge Durán Nasceu no Chile, em 1942. É roteirista, diretor e professor universitário. Iniciou com o teatro e, em 1965, ingressou na Faculdade de Artes Cênicas da Universidade do Chile, formando-se ator. Nos anos seguintes, foi assistente de direção de filmes como Estado de Sítio, de Costa Gravas. Com o Golpe Militar no Chile, em 73 passa a viver no Brasil, onde realiza o seu primeiro longa-metragem como diretor, A Cor do seu Destino (1986). O filme recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais. Ficou conhecido pelos roteiros de Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia (1977), Pixote, a lei do mais fraco (1981) e O beijo da mulher-aranha (1984), os três dirigidos por Hector Babenco. Também roteirizou Gaijin, Caminhos da Liberdade (1979), de Tizuka Yamasaki. Em 2006, finalizou Proibido Proibir, trabalho marca a volta de Durán à direção depois de vinte anos. Prêmios de Proibido Proibir - Melhor Filme, no Festival de Biarritz. SERVIÇO
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