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Prefeitura conclui capacitação dos novos agentes contra a dengue Concursados estão aptos a trabalhar com segurança e informação |
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Cinqüenta e um agentes de endemias concluíram o curso de especialista em doenças endêmicas, nesta quarta-feira. Eles foram aprovados no último concurso e agora estarão aptos a combater focos da dengue e da malária, em todo o município de Rio Branco. Dos 73 aprovados no certame, 54 se apresentaram para ser empossados e três desistiram do concurso. Os novos profissionais vão trabalhar diretamente na comunidade, aconselhando, orientando e combatendo eventuais surgimentos de larvas de mosquito, entre os mais de 310 mil habitantes de Rio Branco, ações cujo objetivo é o de prevenir o alastramento destas moléstias. Ao dar as boas-vindas aos novos contratados, o secretário Municipal de Saúde, Eduardo Farias, destacou que o trabalho dos novos agentes será o de “salvar vidas, ainda que de forma indireta, como não acontece com o profissional médico que se utiliza do bisturi, mas não menos importante que ele”. “A lógica é que cheguemos às pessoas que estão nos bairros e que vocês se mostrem orgulhosos de saber que o cidadão se sente seguro quanto à dengue ou quanto à malária”, disse ele, referindo-se aos baixos índices de infestação da doença e a conseqüente despreocupação da população quanto a isso. “O nosso trabalho é fazer com que as pessoas não nos percebam”, pontuou. Para o agente César Adriano Pereira, a capacitação é uma forma de qualificar o serviço a que todos se propuseram fazer. “Se você tem material para trabalhar e sabe como proceder a cada etapa do serviço, é possível haver ganho em qualidade”, assevera. Noemi Porto tem pensamento semelhante. “É preciso ter conhecimento o suficiente para resolver o problema e tranqüilizar o cidadão. Acredito que agora estamos preparados para as inspeções aos domicílios”, diz a agente. Enquanto que o cuidado com a malária é constante, sobretudo, para que não avance da zona rural e nem se prolifere lá na floresta, na cidade a dengue está controlada. Em 2005, um conjunto de ações que envolviam a secretaria Municipal de Meio Ambiente, a secretaria de Serviços Urbanos e a secretaria Municipal de Saúde atacou incisivamente todos os focos e criadouros do mosquito, permitindo um decréscimo, ao final do ano, do percentual de exames positivos. O índice, que no ano anterior atingia 39% da população de Rio Branco, caiu para algo em torno de 10%, mantendo-se muito abaixo disso, atualmente. |
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