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Poluição e preservação “Preservar a Amazônia é prestar um serviço impagável à humanidade”, afirma deputada Perpétua Almeida |
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Uma das causas tem sido a altíssima taxa de desmatamento anual, calculada em 2 milhões de hectares - o equivalente a duas vezes a cidade de São Paulo ou países como a França. A informação foi prestada pelo ex-dirigente da WWF Nilo D´Ávila, que também respondeu questionamentos dos alunos. Perpétua lembrou o modelo de florestania implementado no Acre enquanto suporte de qualidade de vida ás famílias que vivem e sobrevivem da floresta, reconheceu o esforço e competência da ministra Marina Silva (Meio Ambiente), mas demonstrou certo desconforto com a informação oficial de que o Brasil é o quarto país que mais emite gases poluentes em regiões de desmatamento. “Me preocupo com esta situação, mas tenho certeza que os amazônidas estão mais conscientes do que o resto do Brasil. É bom lembrar que fomos nós que primeiramente alertamos para esse problema na Eco 92, no Rio de Janeiro. Além de iniciativas políticas, o Brasil depende de uma grande pressão da sociedade. É preciso amazonizar o Brasil”, disse a deputada, conclamando a juventude, os artistas e os grupos políticos mais conscientes a tomarem a iniciativa de uma grande corrente para sensibilizar os parlamentos e os governos a implementarem ações mais concretas. A deputada acreana reiterou sua luta em defesa do projeto FPE Verde, de autoria da senadora Marina Silva, já aprovado no Senado da República, e que depende de ir á plenário na Câmara Federal. O projeto contempla com um adicional de R$ 500 milhões os Estados que tenham o maior número de áreas preservadas. Perpétua reconhece a resistência das bancadas do Sul e Sudeste do Brasil em relação a esta matéria mais reiterou sua disposição de sensibilizar o congresso a incluir o FPE Verde à votação. “A juventude precisa reflorestar o Brasil. Todos os Estados devem buscar recursos para ajudar o homem do campo a usar com responsabilidade as riquezas da floresta, sem a necessidade de dizimá-la”, apelou a deputada. Paulo Moutinho, do Instituito de Pesquisas Ambientais da Amazônia, lembrou o que chamou de turismo de tragédia na internet, onde se pode lê anúncios de regiões que estariam sob ameaça de sofrer mais rapidamente as conseqüências do aquecimento global. As mensagens conclamam os internautas a irem logo “antes que acabe”, e citam o Mar Morto, o Mar do Norte, algumas cidades litorâneas e até o Rio de Janeiro e a floresta amazônica como alvos principais das mudanças climáticas. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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