COTIDIANO

Sintac busca fortalecer categoria em todo o Estado

Entidade filiou instrutores de trânsito em Cruzeiro do Sul

Marcos Vicentti
Presidente do Sintac foi a Cruzeiro
filiar instrutores do município


Whilley Araújo

O Sindicato dos Instrutores de Trânsito do Acre (Sintac) vem buscando o fortalecimento da categoria. No último fim de semana, o presidente da entidade, Charles Batista, visitou a cidade de Cruzeiro do Sul no intuito de filiar novos profissionais ao órgão.

De acordo com ele, sua ida ao Juruá foi bastante positiva, pois a adesão de instrutores que atuam na cidade ao sindicato foi de praticamente 100%. “Nos programamos para que nesse primeiro semestre do ano fosse feito o fortalecimento do Sintac, filiando o maior número de profissionais possível, pois somente com a união da categoria conseguiremos alcançar os nossos objetivos”, frisa Batista.

Nos próximos dias, os municípios de Sena Madureira e Brasiléia também receberão a visita do Sindicato dos Instrutores. “Primeiramente temos que estruturar ‘a nossa casa’, para que assim possamos somar força para lutar pela valorização e respeito do sindicato - que é responsável direto pela busca de melhores condições de trabalho para os instrutores”, salienta.

O presidente revela que essa semana é de extrema importância para a categoria em todo o país, tendo em vista que um projeto de lei - que tramita na Câmara Federal e visa a regularização e reconhecimento da profissão do instrutor de trânsito - será apresentando nos próximos dias.

“Pelo menos 20 sindicatos estarão representando a categoria em Brasília, realizando uma grande mobilização para pressionarmos os parlamentares a aprovarem o projeto de lei, que garantiria melhores condições de trabalho para nossa classe”, acresenta.

Segundo Charles, hoje os instrutores de trânsito precisam trabalhar entre 14 e 16 horas ao dia para conseguir uma remuneração digna, ou seja, de aproximadamente R$ 1 mil. Além dessa dificuldade, os profissionais também não trabalham com carteira assinada, não tiram férias, não têm plano de saúde, não pagam INSS e não recolhem nenhum tributo.

“Se sofrermos algum acidente e precisarmos ficar uns dias afastados não recebemos salários, isso significa que não temos garantia nenhuma, já que o nosso pagamente é de acordo com as horas/aulas”, pontua.

 

 
© Copyright Página 20 todos os direitos reservados    -      Imprimir       -       TOPO
 COTIDIANO
 COLUNAS
 EDITORIAL
 ENTREVISTA
 ESPECIAL
 POLÍTICA
 OPINIÃO
 VARIEDADES
 EDIÇÕES
 EXPEDIENTE
 E-MAIL
 
Rio Branco-AC, 6 de junho de 2007
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
P E S Q U I S A