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Paciência tem limite

Minha indignação não é contra o bairro Calafate, ou contra as pessoas que vivem lá, nem mesmo a paisagem do local, mas pelo serviço do transporte coletivo. A empresa (a única) que opera na linha não possui veículo suficiente para atender o grande número de passageiros. Para chegar até o centro ou voltar para casa o usuário é obrigado a andar espremido em uma frota composta em parte por ônibus velhos, de barulho ensurdecedor e que costumam quebrar no meio do caminho. A RBTrans, responsável pela fiscalização do transporte em Rio Branco, bem que poderia dar um ultimato à empresa: ou ela passa a oferecer um bom serviço ou entrega a concessão para outra que possa. O que não pode é a população pagar e ficar no prejuízo. (Val Sales)

Alô, Corpo de Bombeiros!

Nós, moradores do Calafate, pedimos que o Corpo de Bombeiros retire, se possível, uma seringueira que quebrou durante a última tempestade e corre o risco de danificar a fiação elétrica no caso de outra ventania. A equipe vai encontrar a seringueira logo após a ponte sobre o Igarapé Batista, no lado direito da pista de quem vai do centro para o bairro. (Francisca, Jorge, Carmelita e Cléia)

 

 
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Rio Branco-AC, 6 de setembro de 2006
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