| COTIDIANO | |
Estiagem e baixa umidade aumentam incidência nos postos de saúde |
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A forte estiagem comum nesse período do ano, o início das queimadas e a baixa umidade do ar trazem consigo doenças respiratórias, que acometem principalmente crianças e idosos. Em todo o Estado, cresce o número de pessoas que procuram atendimento nos postos de saúde e hospitais. Umas das doenças mais comuns nessa época do ano é o resfriado. Os sintomas são congestão nasal, coriza, dificuldade de respirar e mal-estar. Sintomas parecidos acontecem com a gripe causada pelo vírus influenza, que causa, além dos sintomas do resfriado, irritação da garganta, amígdalas, faringe, laringe e traquéia, causando indisposição, dores musculares, tosse seca que evolui para tosse com expectoração, febre e fotofobia. A dona de casa Maria José Oliveira procurou o posto de saúde Cláudia Vitorino para levar filha de dois anos, Geovana Oliveira, que há quase um mês apresenta tosse, febre e falta de ar. “Ela já estava tossindo muito por causa da fumaça das queimadas, mas vem piorando há duas semana. Por causa da secura do ar, ela sente muita dificuldade para respirar”, diz Maria José. O clima seco contribui para o agravamento de doenças crônicas como as doenças pulmonares obstrutivas crônicas. A baixa umidade desencadeia asma crônica e, por causa do ressecamento da mucosa, pode causar pequenos sangramentos nasais. A recomendação dos médicos é uma só: não queimar, beber bastante líquido e tornar úmido o ambiente onde dorme com vasilhas com água. Evitar usar roupas escuras, vestir roupas leves e procurar arejar bastante todos os ambiente da casa e trabalho são outras orientações dos profissionais. | |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
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