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Utopia possível Transformar o Acre no melhor lugar para se viver na Amazônia. Essa é a meta que Binho Marques pretende tornar realizada ao longo dos próximos quatro anos. Isso ficou nítido em seu discurso de abertura do ano legislativo na Assembléia. Também ficou nítido que, embora isso seja pra lá de ambicioso, Binho, em momento algum, mostrou-se megalomaníaco, como costumam ser os mandatários. Pelo contrário, reconheceu que ele, ou melhor, o próprio governo com todo seu dinheiro e máquina pública, mais força política, será incapaz de concretizar essa proposta se não contar com a participação de toda a sociedade acreana. Sim, todos. Conclamou cada acreano, desde Foz do Breu até Assis Brasil, a arregaçar as mangas e botando mãos e, especialmente, cabeça a serviço da construção de um Acre melhor, no qual todos sejam menos dependentes dos recursos federais através de um sistema produtivo mais eficiente e socialmente justo. Segundo palavras dele mesmo, o maior desafio está em promover o desenvolvimento integral das pessoas, ou seja, a democratização do conhecimento, das oportunidades, da riqueza, da cultura, do esporte e do lazer. Sem isso não há vida há vida digna, muito menos, alegria e felicidade verdadeira. Sim, o desenvolvimento comunitário é uma utopia possível, desde que todos estejam dispostos a participar. |
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