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| Economia da Amazônia Pesquisa vai verificar resultados de políticas públicas na região e indicar caminhos para o desenvolvimento regional |
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O doutor em Ciências do Desenvolvimento Sócioambiental Adagenor Lobato Ribeiro, da ADA, fará a apresentação do estudo, que, segundo ele, expressa a necessidade de se olhar os avanços da região em diferentes perspectivas. “O desenvolvimento regional, nos dias de hoje, para ser realístico, precisa incorporar preocupações com o fenômeno da globalização. As metas do desenvolvimento do milênio apontam para questões fundamentais relacionadas à pobreza, e, portanto, devem ser observadas, já que nenhum desenvolvimento é real se o ser humano for excluído”, afirma Ribeiro. A pesquisa terá parâmetros fornecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pelo Banco Mundial (Bird) e levam em conta quatro fatores: indicadores que apontam os progressos da Amazônia Legal com ênfase nas metas de desenvolvimento do milênio em escala municipal; indicadores que apontam os avanços na região, em escala municipal, nas dimensões social, ambiental, econômica e institucional; indicadores que apontem os resultados obtidos pelos diferentes programas e ações de desenvolvimento executados pela ADA; indicadores que apontem os resultados obtidos pelos programas e ações do Banco da Amazônia. As metas listadas no documento devem ser aplicadas no Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Maranhão e Tocantins - Estados que fazem parte da Amazônia Legal e que estão sob a área de atuação da ADA e do Banco da Amazônia, com 805 municípios no total. “O desafio de tornar o projeto ‘Indicadores do Desenvolvimento da Amazônia” um produto concreto, elaborado, testado e disseminado é muito grande. Implica num grande esforço de se estabelecer parcerias institucionais, reunir diferentes especialistas, coletar dados, classificá-los e processá-los, para obter os indicadores”, diz Adagenor Ribeiro. Segundo ele, o trabalho irá legar informações úteis ao desenvolvimento, num modelo que busque justiça social, crescimento econômico, prudência ecológica e instituições fortes e coesas. Revista - na mesma ocasião será feito o lançamento da revista “Amazônia: Ciência e Desenvolvimento”, com 278 páginas e onze artigos de 24 pesquisadores, além de doze resumos de notas técnicas e projetos de pesquisa custeados pelo banco. A revista terá periodicidade semestral e o número 1, que cobre o período de julho a dezembro de 2005, traz análises sobre a estrutura produtiva, a renda e a mão-de-obra da Amazônia, biopirataria, cadeias produtivas, produção madeireira, espécies medicinais e uso da terra na região. O periódico científico tem caráter inter e multidisciplinar e apresenta artigos, ensaios e notas técnicas originais sobre o desenvolvimento amazônico. Contribuíram para o primeiro número da revista os cientistas Joaquim José Martins Guilhoto, Umberto Antonio Sesso Filho, Expedito Ubirajara Peixoto Galvão, Antônio José Elias Amorim de Menezes, Roberto Robson Lopes Vilar, Antônio Augusto Rodrigues dos Santos, Alfredo Kingo Oyama Homma, Marcos Antônio Souza dos Santos, Adelson Martins Figueiredo, Maria Lúcia Bahia Lopes, Gisald Carvalho Filgueiras, David Ferreira Carvalho, André Cutrin Carvalho, Maria Aparecida Corrêa dos Santos, Márlia Coelho Ferreira, Francisco de Assis Costa, Fabrício Khoury Rebello, Cláudio Urbano B. Pinheiro, Virlene Marreiros dos Snatos e Francisca Rejane R. Ferreira. |
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