COTIDIANO

SEE convoca aprovados no concurso público

Dezenas de vagas ficaram ociosas em função da não aprovação dos candidatos; secretaria busca estratégias para preencher os cargos

Marcos Vicentti
Aprovados apresentaram documentação a técnicos da SEE


Renata Brasileiro

Cerca de 60 candidatos aprovados no Concurso da Secretaria de Estado e Educação (SEE) compareceram somente pela manhã de ontem ao auditório da escola Lourenço Filho.

O local foi sediado pelo órgão para identificar e admitir os classificados que vão ocupar as vagas para professores das zonas urbana e rural, os quais devem começar a trabalhar a partir do dia 27 deste mês.

Segundo Jorge Carvalho, membro da Comissão de Concursos da SEE, 456 candidatos – que tiveram seus nomes publicados em edital – devem comparecer até sexta-feira, portando todos os documentos exigidos pelo processo. “Quem não comparecer à escola neste prazo será eliminado automaticamente”, alertou.

Uma equipe responsável por receber a documentação dos candidatos classificados, está de plantão na escola das 7h30 ao meio dia e das 14h às 17h30, diariamente.

Carvalho destacou que nem todos os classificados foram chamados para esta identificação, pois a secretaria vai fazer a convocação de acordo com a necessidade de contratação.

“Por enquanto a nossa necessidade é por 456 professores. Os demais terão até dois anos para serem chamados e admitidos, conforme prevê o edital do concurso”, frisou.

No edital de número 8, publicado nesta sexta-feira, constava além dos nomes dos convocados, visíveis e grandes lacunas em abertas quando se tratava de vagas para professores de disciplinas específicas para trabalharem na zona rural. Ao invés dos nomes, apenas a informação de que não houve candidato aprovado para aquela vaga.

Nesta situação, somam mais de trinta cargos que não chegaram a ser ocupados. Segundo Carvalho, este é um grande problema que a secretaria deve resolver com urgência, já que para todas as vagas havia uma certa pressa para admissão.

“Alguma estratégia deverá ser adotada para conseguir este efetivo, mas podemos adiantar que um novo concurso não haverá mais este ano, pois a lei eleitoral não permite”, ressaltou.

Quanto a possibilidade de as provas dos candidatos aos cargos serem revistas, Carvalho disse que já foi descartada. Isso porque o edital do concurso deixa bem claro que não é permitido esse tipo de recurso.

 

 
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