| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| CHARGE |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| NACIONAL | |
‘Microcrédito para economia solidária não deslanchou’ Secretário reconhece dificuldades para acesso ao microcrédito |
|
Brasília - “O microcrédito não deslanchou de acordo com a necessidade”, reconhece o secretário de Economia Solidária do Ministério do Trabalho, Paul Singer. Ele admite que atualmente os pequenos produtores têm dificuldades de acesso a financiamento pela exigência de garantias dos bancos. Singer participou ontem da reunião do Conselho Nacional de Economia Solidária, formado por representantes do governo e da sociedade civil para discutir as diretrizes do Plano Plurianual (PPA) de 2008 – 2011. Uma solução, na opinião de Singer, é que os empréstimos sejam repassados para Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips) que, por conhecer melhor a realidade dos pequenos empreendimentos, poderiam oferecer o empréstimo, garantindo o risco. “Seria necessário que os bancos públicos retirassem os recursos do FAT [Fundo de Amparo ao Trabalhador] e repassassem a centenas de Oscips, que por sua vez fariam a distribuição dos créditos”, disse Singer. Singer citou o exemplo do Banco do Nordeste que criou uma organização, chamada de CrediAmigo, para oferecer microcrédito. “O Banco do Nordeste é o único que faz microcrédito em grande escala para centenas de milhares de pessoas. A Oscip é do próprio banco”, afirmou. Atualmente, R$ 200 milhões de recursos do FAT são destinados ao microcrédito produtivo orientado. “O problema não é falta de fundos, mas chegar a eles. Não há ainda conhecimento mútuo entre as entidades de os bancos para que o crédito seja liberado”, acrescentou o secretário. (Agência Brasil) |
|
| NACIONAL | |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
| |