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Mosquiteiros tailandeses serão repassados aos moradores do Juruá |
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Os mosquiteiros, adquiridos por emenda individual do deputado Fernando Melo (PT-AC), irão beneficiar as vítimas da malária através do repasse aos moradores da região do Juruá. A distribuição será feita após o treinamento com uma equipe que aplicará um questionário para fazer o levantamento e o cadastro da população de áreas de maior incidência e onde serão distribuídos os mosquiteiros. Após a identificação dessas áreas, será feita uma mobilização nas comunidades e com os sindicatos dos trabalhadores rurais para levar informação sobre o uso e os cuidados para a manutenção dos mosquiteiros. Para a gerente do Departamento de Vigilância em Saúde, Marize Lucena, a população mais beneficiada será a dos produtores rurais. “A previsão é que todos os mosquiteiros serão distribuídos até o final de janeiro”, afirma. Algumas localidades já foram identificadas por apresentar alto índice de malária. Em Cruzeiro do Sul, os bairros Santa Luzia do Pentecostes, Assis Brasil, Boca do Moa, Maria e Maria I, Humaitá, Areal, São Braz, Santa Maria, Santa Bárbara, Belo Monte e Aurora representam 32% dos casos de malária, sendo 31% de casos de Malária Falciparum. Em Mâncio Lima, os bairros Paraná do Pentecostes, Belo Monte e Timbauba representam 34% dos casos de malária do município, sendo 45% de Malária Falciparum. E em Rodrigues Alves, os bairros Arco Íris, Apuí, Nova Cintra, Gleba, 13 de Maio, Seringal Floresta, Igarapé Esquerdo e Seringal nº. 5 representam 27% de casos de malária do município. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, alguns mosquiteiros já estão sendo usados em comunidades isoladas, no meio da floresta do Estado do Amazonas. Entre as vantagens, está a opção de lavá-lo até quatro vezes por ano, pois a cera pegajosa usada em sua confecção não deixa que ele suje facilmente. Conforme os dados da Secretaria de Estado de Saúde, se comparados os casos de malária ocorridos nos municípios do Acre este ano com o mesmo período do ano passado, a queda é de 48,4%, passando de 5.916 para 2.518 casos. Outro dado importante é a queda de pessoas internadas devido à doença, que diminuiu 64,5%, passando 1.771 internações, em 2006, para 629 em 2007. (Assecom/Sesacre) | |
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