VARIEDADES

Pixinguinha na Usina de Arte

Mônica Salmaso e Seu Luiz Paixão encerram comemoração dos 30 anos do projeto com show

Cedida
Mônica Salmaso começou sua
carreira na peça “O Concílio do Amor”


A comemoração dos 30 anos do Projeto Pixinguinha trouxe para Rio Branco, nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2007, shows com artistas de vários estilos, representantes da fina flor da música brasileira e da diversidade cultural do país. Para fechar essa rica programação acontece nos próximos dias 21 e 22 deste mês, show com a dobradinha Mônica Salmaso e Seu Luiz Paixão, no Teatro da Usina de Arte João Donato, às 20 horas. A comemoração trouxe para Rio Branco em 2007 shows com os artistas Marianna Leporace, Zé Renato, Eduardo Neves, Paulinho Moska, Arthur de Faria & Seu Conjunto e Cida Moreira. O projeto realizado pela Funarte conta com a parceria do governo do Estado, através da Fundação Elias Mansour e prefeitura de Rio Branco, através da Fundação Garibaldi Brasil.

São trinta anos fazendo o Brasil cantar, emocionar-se e aplaudir a música brasileira. E o projeto Pixinguinha não poderia entrar na casa dos trinta em melhor forma: colocando mais música brasileira na estrada, para rodar o Brasil em caravanas que levam o melhor da pluralidade e da riqueza da música brasileira a todas as regiões do país.

“A parceria do Ministério da Cultura/Funarte com o governo do Estado, através da Fundação Elias Mansour com o projeto Pixinguinha vem de décadas. O Pixinguinha já é tradição aqui em Rio Branco desde a década de 80, onde os shows aconteciam no Cine Acre. Vieram Jamelão, Luli e Lucina, Zizi Possi, Carlinhos Vergueiro e tantos outros. Após seu retorno em 2004, o Governo mais uma vez firmou essa parceria por entender que o projeto representa a riqueza da música de nosso país. E na comemoração dos 30 anos, Rio Branco não poderia ficar de fora e o Governo do Estado e a Prefeitura de Rio Branco selaram estão apoiando o projeto”, explicou Carol de Deus, coordenadora do DARTES da Fundação Elias Mansour.

Sobre o Pixinguinha

O Projeto Pixinguinha foi criado em 1977 por Hermínio Bello de Carvalho - a partir de outro projeto cultural, o Seis-e-Meia, que Albino Pinheiro criou no Rio de Janeiro e o chamara para coordenar. Duplas como João Bosco e Clementina de Jesus, Ivan Lins e Nana Caymmi, Simone e Suely Costa, Paulinho da Viola e Canhoto da Paraíba, Nara Leão, Camerata Carioca e Radamés Gnattali e Edu Lobo e o então estreante quarteto vocal Boca Livre percorreram o Brasil e muitas cidades os viram ao vivo pela primeira vez. Nomes como Djavan, Zé Ramalho, Zeca Pagodinho, Adriana Calcanhoto, Zizi Possi e Zélia Duncan foram lançados pelo projeto, interrompido nos anos 90 e retomado pela Funarte em 2004, desde então com o patrocínio da Petrobras.

Ao todo foram 112 shows em 17 cidades, reunindo artistas escolhidos por edital e músicos convidados como Yamandú Costa, Ivan Lins, Guinga, Rita ribeiro, Moska, João Bosco, Monarco, Carmélia Alves, Elomar, Cida Moreira, Eduardo Dusek, Selma Reis, Borghettinho, Geraldo Azevedo e Zé Renato, que abriu o projeto em Brasília, nos dias 17 e 18 de outubro, no Teatro Funarte Plínio Marcos.

A Funarte busca, com o projeto Pixinguinha, realizar espetáculos de música popular nas capitais e principais cidades do país. O projeto promove o intercâmbio de manifestações musicais entre as diversas regiões do país, gratuitamente ou a preços populares, procurando fomentar e difundir a Música Popular Brasileira.

Mônica Salmaso e Seu Luiz Paixão

Nascida em São Paulo em 1971, Mônica Salmaso começou sua carreira na peça “O Concílio do Amor”. Com vários cds já lançados, Mônica passeia pelo repertório dos grandes compositores brasileiros, dos compositores tradicionais a Lenine, de Edu Lobo a Chico Buarque, com uma beleza e um à vontade próprios das grandes damas da música, próprio das grandes divas da nobre arte do canto.

Seu Luiz Paixão é dono de um estilo único e virtuoso de tocar a rabeca, além de ser um prolífico compositor dentro da sua tradição. Vem de uma família de músicos, da cidade de Aliança, Zona da Mata, pernambucana, dominando o cavalo-marinho, o forró, o maracatu e a ciranda, como convém a todos os grandes mestres. A partir dos anos 90, a arte de seu Luiz Paixão chegou aos centros urbanos maiores, e partir daí ele tem participado de dezenas de projetos, no Recife, pelo país afora, e no exterior. (Assessoria FEM)

Serviço: Usina de Arte João Donato, Estada Dias Martins, s/n – Universitário - Tel.: 3229-4918

 
 
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Rio Branco-AC, 8 de janeiro de 2008
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Com Leonildo Rosas
 
 
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