COTIDIANO

Nokia é campeã de reclamações no Procon

Outras marcas e serviços de telefonia celular são as mais citadas no cadastro de queixas do consumidor

Regiclay Saady
Diretora do Procon, Silvana Maués, divulgou o “ranking” das empresas
que mais recebem reclamações


Renata Brasileiro

O Serviço de Proteção ao Consumidor no Acre (Procon) divulgou ontem a lista com o nome das dez empresas que receberam durante o ano o maior número de reclamações pela má prestação de serviços.

A fabricante de aparelhos celulares Nokia aparece em primeiro lugar na relação. A colocação é justificada pela falta de qualidade com que os aparelhos vêm sendo fabricados, segundo a diretora do órgão, Silvana Maués.

“Todos os clientes que vieram aqui reclamar da Nokia tinham o mesmo argumento: os aparelhos apresentavam muitos defeitos e geralmente eram novos”, destacou.

Em segundo lugar, também relacionado a aparelhos celulares, está a LG Eletronics da Amazônia Ltda. Seguidos da empresa vêm a CCE da Amazônia, a Gradiente Eletrônica S/A, a ZTE, a Companhia de Eletricidades do Acre (Eletroacre) - que no ano passado era a primeira colocada da lista -, o Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb), a Brasil Telecom, e por último, a Samsung Eletrônica da Amazônia.

A divulgação da lista na manhã de ontem ocorreu simultaneamente com as de doze estados brasileiros, como forma de unificar todas as informações através do Sindec, um sistema informatizado de banco de dados.

Isso significa que todas as informações sobre os dados divulgados pelos Procons serão divulgados em breve no site www.mj.gov.br/sindec, para auxiliar o consumidor na hora de avaliar quais fornecedores têm mais ou menos reclamações, e comparar, por exemplo, o percentual de resolução de conflitos entre as empresas que estão no cadastro.

“É uma medida importante porque através desta propaganda o consumidor escolhe onde comprar. Isso lhe previne de ter transtornos com os mesmos problemas já vividos por outros consumidores”, reforçou a diretora.

Ela frisou ainda que a divulgação é uma espécie de má propaganda das empresas reclamadas, e com isso, a intenção é que elas reflitam sobre a prestação de serviço que vem fazendo à sociedade, tomando decisões importantes para reverter esse quadro.

“Certamente ninguém quer ficar numa lista dessa, e a primeira iniciativa é batalhar para acabar com essa imagem ruim”, completou.

 

 
© Copyright Página 20 todos os direitos reservados    -      Imprimir       -       TOPO
 COTIDIANO
 COLUNAS
 EDITORIAL
 ENTREVISTA
 ESPECIAL
 POLÍTICA
 OPINIÃO
 VIA PÚBLICA
 VARIEDADES
 EDIÇÕES
 EXPEDIENTE
 E-MAIL
 
Rio Branco-AC, 8 de novembro de 2006
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
P E S Q U I S A